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3 sinais que você precisa de ajuda com comida congelada
31/08/2018 - Novidades

3 sinais que você precisa de ajuda com comida congelada

O congelamento de alimentos é uma prática vital no nosso dia a dia. Dessa forma, a indústria alimentícia sempre buscou aplicar esse recurso no mercado, com o intuito de facilitar a vida das pessoas. As comidas congeladas - por impedirem o crescimento das bactérias - não só duram mais, como podem manter a sua qualidade e até mesmo seus nutrientes por um grande período de tempo. Mas quais consequências que esse processo pode acarretar? Abaixo você descobrirá alguns dos principais problemas que podem surgir ao congelar seu produto, fique atento se você não enfrenta algum deles!


Descongelamento ineficiente

Uma das frustrações mais comuns dos consumidores de alimentos congelados é a dificuldade de descongelá-los de forma eficiente. Sabe, por exemplo, quando colocamos um hot pocket no microondas e por mais que sua massa se descongele por completo, seu recheio continua parcialmente congelado? Ou quando colocamos no forno um escondidinho, ou uma lasanha, e sua superfície sai quente, mas quando vamos comer percebemos que a parte interna está fria?


É comum culpar o freezer ou o forno por esses problemas, mas você sabia que eles podem ser ocasionados porque a embalagem do produto não está adequada? Isso mesmo! Possuir uma boa embalagem é essencial para garantir a eficiência do descongelamento do produto e, consequentemente, garantir sua qualidade.


Apresentar instruções claras na embalagem é igualmente importante para impedir que o consumidor acabe realizando algum procedimento nocivo ao produto. Alguns erros comuns são, por exemplo, usar água quente para acelerar o descongelamento de carnes ou deixar alimentos descongelando fora da geladeira, como na pia ou num balcão. Ao utilizar água quente, o produto irá começar um processo de cocção prévio, alterando suas propriedades de forma não homogênea na hora de cozinhar. Quando deixamos alimentos descongelando fora da geladeira, estamos deixando-os propensos à ação de microorganismos e correndo o risco de contaminá-los.


Perda de suas características

As propriedades organolépticas dos alimentos consistem nas características que estes apresentam que garantem sua qualidade para consumo, como o sabor, o odor, a textura e até mesmo sua cor. Uma das principais dificuldades de congelar um alimento é fazer isso de forma com que estas propriedades não se percam.


Para evitar com que isso ocorra é necessário saber quais tipos de alimentos podem ser congelados, os aditivos inseridos no produto e os efeitos que estes podem causar em suas propriedades e, é claro, conferir e analisar os processos operacionais na produção do alimento.


Baixo valor nutricional

Há muitos boatos sobre os alimentos congelados. Não é raro ouvir que deve-se evitar seu consumo, pois eles são menos nutritivos em comparação aos alimentos frescos ou caseiros e podem ser prejudiciais ao organismo. Muita gente tem receio de comprar esses alimentos, com a ideia de que qualquer comida congelada é altamente maléfica à saúde. Mas será que tudo isso é verdade?


Na prática, as coisas são bem diferentes. Alimentos congelados podem até ser mais nutritivos que muitos produtos frescos vendidos nos supermercados. Uma verdura que foi congelada logo após ser colhida apresenta menor perda de nutrientes que uma fresca colhida há muito tempo, por exemplo. A ‘‘vilanização’’ dos congelados é consequência do alto valor calórico e de sódio presente em boa parte dos alimentos, como pizzas e empanados de frango. Porém, o processo de congelamento não está relacionado com isso, tendo em vista que estes alimentos seriam calóricos e prejudiciais mesmo se não fossem congelados.


Ficou interessado em solucionar esses obstáculos na produção de alimentos congelados? A CONAQ oferece vários serviços que podem auxiliar na resolução e na evasão desses problemas, garantindo com que o seu produto vá para o mercado com qualidade! Confira nossa carta de serviços e entre em contato conosco para mais informações.

 

Artigo desenvolvido por Luan Britto.