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Conquiste cliente pela aparência do seu produto alimentício
26/02/2018 - Novidades

A aceitação do produto alimentício pelo consumidor está diretamente relacionada com a sua aparência, a sua cor. É comum que o alimento seja julgado apenas com os olhos para dizermos se ele é gostoso ou não. Por essa razão, o setor alimentício preocupa-se tanto com a aplicação de cores para obtenção de alimentos que agradem aos olhos do consumidor. As indústrias têm cada vez mais adicionado os corantes aos alimentos e bebidas, com a finalidade de conferir ou intensificar a coloração própria do produto. A combinação entre as pigmentações permite a obtenção de diversas cores e tonalidades.

Os corantes são aditivos alimentares que podem ser de origem natural ou artificiais.

Corantes Naturais

Extraídos de substância vegetal ou animal. Muitos corantes naturais também possuem propriedades benéficas à saúde humana, pois possuem características funcionais e não só estéticas, como por exemplo, antioxidantes e anti-inflamatórias.

Comercialmente, os corantes naturais mais empregados são:

Corante de Urucum (vermelho): é extraído da semente da árvore Urucu. A Suas principais aplicações em alimentos são: colorífico ou colorau, queijo, salsicha, balas e confeitos, sorvete, manteiga, biscoito e recheio de biscoito.
 
Corante de Cúrcuma (amarelo): é extraído da raiz da Cúrcuma. Aplicações: produtos lácteos, balas e confeitos, sorvetes, produtos de panificação, além de ser o principal ingrediente do tempero Curry.
 
Clorofila (verde): é o pigmento presente em todas as plantas verdes. Aplicações: produtos lácteos, massas, balas e confeitos e recheio de biscoito. 
 
Antocianinas (roxo): As antocianinas, pigmentos encontrados nas uvas, nas frutas vermelhas como framboesa e amora, na cenoura roxa e no repolho roxo. As principais aplicações são: bebidas, geleias, vinhos, sorvetes, molhos, balas e confeitos.

Corantes Artificiais

Obtidos por processo de síntese em laboratório, com uma composição química definida. Os corantes artificiais são os mais utilizados na indústria alimentícia tendo em vista o seu baixo custo. Os principais tipos presentes nos alimentos:


Amarelo crepúsculo: Utilizado em careais, balas, caramelos, xaropes, lacticínios, gomas de mascar.

Amarelo Tartrazina: Utilizado em cereais, balas, lacticínios, lacticínios, licores.

Azul brilhante: Utilizado em cereais, balas, lacticínios, gelatinas, licores, refrescos.

Amaranto (Vermelho Bordeaux): Utilizado em cereais, balas, lacticínios, geleias, xaropes.

Indigotina (Azul escuro):
Utilizado em balas, goma de mascar, refrescos, iogurtes.

Vermelho Eritrosina: Utilizado em refrescos, gelatinas, geleias.

Vermelho Ponceau 4R: Utilizado em Cereais, balas, lacticínios, refrescos, refrigerantes, frutas em calda.

Corantes Sintéticos Idênticos aos Naturais

São aqueles cujas estruturas químicas são semelhantes às dos corantes naturais, porém são sintetizados em laboratório.

Corantes Caramelo

Obtidos por meio de tratamento térmico de açúcares, promovendo-se a sua caramelização. O corante caramelo pode ser líquido ou sólido de cor marrom escuro, possuindo um odor de açúcar queimado e um gosto agradável, ligeiramente amargo. Ele está presente na composição de molhos, gelados comestíveis, biscoitos, doces, bebidas alcoólicas e refrigerantes, destacando-se principalmente no sabor cola e guaraná.

Para empregar o uso de algum corante como aditivo alimentar na formulação dos produtos dos nossos clientes, é realizado um estudo legislativo para indicar os percentuais máximos estabelecidos pela legislação vigente, de modo que se obtenha o efeito desejado sem interferir-se na qualidade nutricional do alimento. Além disso, oferecemos instruções de rotulagem para fazer as especificações obrigatórias no rótulo do produto sobre a presença de corantes.

Na CONAQ, aos desenvolvermos os produtos, damos importância a todos os detalhes: o sabor, o aroma, a textura, bem como as cores, tendo em vista a importância da aparência como aliada na atratividade e venda do produto. Tudo adequado à demanda do nosso cliente.

Artigo desenvolvido por Ilka Korte.