ALIMENTOS LIOFILIZADOS: PRÁTICOS, SAUDÁVEIS E ETERNOS

O grande desafio da indústria alimentícia do século XXI é a criação de alimentos que ao mesmo tempo sejam saudáveis, práticos, gostosos, duradouros e que não agridam ao meio ambiente. E se já existisse uma tecnologia capaz de produzir alimentos com todas essas características, mas que atualmente sua utilização está limitada a nichos extremamente específicos, existindo muito espaço a se explorar para novos produtos nesse mercado, quanto impacto uma empresa que a empregasse poderia ter? Essa tecnologia “milagrosa” é a liofilização, um processo para desidratar o alimento a frio, em equipamentos especiais. Ao contrário da desidratação normal, na qual o alimento é submetido a altas temperaturas, que degradam vitaminas, proteínas e comprometem o sabor, cor e propriedades nutricionais, na liofilização esse processo ocorre a temperaturas negativas, através de vácuo, mantendo praticamente todas as suas propriedades. Essa tecnologia é mais usada em snacks de frutas e em bebidas solúveis, mas também pode ser utilizada em temperos, sopas, cereais, hortaliças, carnes e até mesmo refeições prontas, que hoje só são encontradas em rações militares, lojas especializadas em montanhismo e comida de astronautas. Além de não perder os nutrientes, os alimentos liofilizados são leves, práticos (só é necessário adicionar água quente por uns 5 minutos e se tem uma refeição completa e balanceada) e possuem um prazo de validade extremamente longo, pois a água é um componente necessário para a multiplicação de microorganismos e age como catalisador para as principais formas abióticas de degradação, podendo ser armazenados por anos sem necessitar de refrigeração, na embalagem adequada. Isso os torna ideais para viagens ou acampamentos, nos quais os consumidores passarão por períodos longos sem acesso a formas de manter o alimento em baixas temperaturas. O único ponto negativo é o seu custo. Por ser um processo complexo, os equipamentos que o realizam possuem um custo elevado, e o seu gasto energético também é maior que os outros tipos de desidratação. Portanto, é necessário uma maior preparação e um maior cuidado no planejamento e na otimização da produção para gerar um preço mais competitivo. Nessas horas, a atuação de uma empresa que possua anos de experiência na indústria alimentícia, como é o caso da CONAQ se torna essencial. Caso tenha interesse em conhecer outros processos pouco conhecidos da indústria alimentícia ou se quiser saber mais sobre a aplicação desse processo, ou se ainda tiver alguma ideia que deseje implementar, entre em contato conosco, ficaremos felizes em ajudar!
TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE SORO DO LEITE

R. João Pio Duarte Silva, 241 | Florianópolis – SC WhatsApp (48) 3721-6361 Entre em contato 5/5 4 minutos O queijo é um produto saboroso e bastante presente na mesa do consumidor brasileiro. Acompanhante de diversas refeições, desde o pão com queijo no café da manhã até a pizza no jantar, este possui grande aceitabilidade. Tanto é verdade que em 2017, a produção de queijos no território brasileiro superou um milhão de toneladas. E neste ano de 2018, é esperado ainda um crescimento de 2,5%. Produção de queijo Para produção de um quilo de queijo, usa-se em média 10 litros de leite. Um dos principais subprodutos dessa produção, representando até 90% do leite usado, é o soro do leite. Isso mostra que durante o ano de 2018, teremos uma produção de, no mínimo, 8,2 bilhões de litros de soro do leite no Brasil. E para onde vai todo esse volume? Pode-se simplesmente descartar em rios e mares? Soro de leite O soro do leite não é apenas um resíduo da indústria alimentícia, ele é tido como um dos principais poluentes da indústria de laticínios. Segundo a atual legislação ambiental, não é permitido seu descarte direto à rios e esgotos públicos. Isso ocorre devido a sua alta taxa de matéria orgânica, o que faz com que as bactérias e microorganismos presentes na água utilizem uma alta quantidade de oxigênio dissolvido no líquido para degradação dessa matéria. Existem, portanto, duas alternativas. A primeira é o descarte adequado, realizando um tratamento de efluentes nas queijarias. A segunda, já utilizada há muito tempo, é a utilização deste soro como fonte de nutrientes. Em fazendas familiares, o soro gerado pela produção do queijo era muito usado na alimentação de suínos, em virtude de sua grande concentração de matéria orgânica. Porém, atualmente, tal ação é banida por questões ambientais e sanitárias e estudou-se alternativas mais adequadas para o uso do soro do leite. Sendo assim, tem-se a opção de produzir bebidas lácteas ou queijo de ricota, por exemplo, além de pastinha para pães, e até mesmo soro do leite em pó, usado no Whey Protein. Descarte adequado do soro de leite Quando o processamento não é realizado, o soro do leite deve ser descartado de forma apropriada, demandando tempo, energia e dinheiro. Ao invés disso, pode-se realizar um estudo do melhor produto a ser feito com ele, levando em consideração suas propriedades físicas, químicas e biológicas, além de uma análise do mercado consumidor regional. Assim, o soro do leite, antes um resíduo tóxico, agora torna-se uma fonte de renda! Quer saber o melhor destino para o soro do leite do seu negócio? Entre em contato com a CONAQ, podemos fazer do seu soro de leite uma nova maneira de aumentar seu lucro! O que é CONAQ? Somos uma empresa júnior, da Universidade Federal de Santa Catarina, de acordo com a Lei 13.267/2016, e realizamos projetos de consultoria em engenharia química e engenharia de alimentos. Entre em contato Posts recentes FICOU INTERESSADO? Fale agora com um de nossos especialistas! Entre em contato R. João Pio Duarte Silva, 241 Florianópolis – SC Email contato@conaq.com.br WhatsApp (48) 98453-2219 Consultoria alimentar especializada no desenvolvimento de produtos. Reduza o desperdício e mantenha a qualidade do seu produto com nossos estudos e testes técnicos. Navegação Processo Estudo do Produto Estudo Legislativo Estudo de Processo Testes Laboratoriais Análise Sensorial Rotulagem Benefícios Formulação do produto com alta qualidade Alcance de mercado e mais vendas Solução única e exclusiva Adequação às normas de regulamentação Conaq | Todos os direitos reservados Desenvolvido por Swell Digital
DESCUBRA A EMBALAGEM IDEAL PARA SEU ALIMENTO

Sabia que a embalagem pode influenciar na vida útil e na conservação do seu produto? Saiba aqui como identificar a melhor embalagem para seu produto alimentício. Um elemento-chave na consolidação de um produto alimentício é a embalagem. O resultado de uma boa embalagem é determinante para o sucesso do produto, seja em vendas para aceitação do público-alvo ou na qualidade do alimento. Muitos fatores influenciam na escolha da embalagem, portanto, as características e comportamentos do produto devem ser analisados, tais como composição, vida útil e armazenamento. Além disso, o alimento reage com as transmissões de luz e de calor e presença de gases e de umidade. Condições que irão afetar o seu produto e, quando não controladas, podem ser um fator de risco à qualidade do seu alimento dependendo da escolha da embalagem. Vamos conhecer os principais tipos de embalagens e para quais produtos são indicadas? Vidro É o tipo de material que mais cresceu na produção de embalagens no último ano segundo a Associação Brasileira de Embalagem (ABRE). Um alimento em embalagem de vidro pode apresentar vantagens sobre outros tipos de embalagens, como as que serão citadas a seguir. Por ser inerte e impermeável, não troca substâncias com o ambiente e com o alimento que está armazenando. Isto pode ser um fator de aumento da vida útil do produto, pois faz com que uma possível contaminação seja evitada. Há também embalagens de vidro com variação de cor, que protegem os alimentos sensíveis à luz, evitando reações indesejáveis no produto. Alguns inconvenientes desta embalagem é a não flexibilidade e a dificuldade no transporte. Alumínio O alumínio é uma alternativa resistente à passagem de luz, de umidade e de odores, além de ser um material leve e resistente à corrosão. Porém, é muito suscetível ao esmagamento, sendo assim, não flexível. As latas de alumínio são muito utilizadas para embalar alimentos que não contém alto teor de sal e também para produtos ácidos, como refrigerantes. Além disso, o alumínio tem grande vantagem ambiental, pois é um material que pode ser reciclado facilmente. Plástico A embalagem de plástico é altamente utilizada em alimentos. Segundo a ABRE, cerca de 38,85% das embalagens produzidas no último ano no Brasil foram de plástico, representando o tipo de embalagem mais produzida. Os tipos mais usados são: polietileno (bebidas), PET (refrigerantes), PVC (garrafas de água) e polipropileno (panificação e biscoitos). Há muitas vantagens na utilização do plástico como embalagem devido à sua leveza, sua flexibilidade e sua resistência. Porém, são suscetíveis à passagem de luz e de gases por meio de sua porosidade. Embora sejam acessíveis à um custo inferior, as embalagens de plástico geram uma grande preocupação ambiental, pois a maioria das embalagens produzidas não são biodegradáveis ou demoram mais de 100 anos para se decompor. Papel/papelão São embalagens de custo relativamente baixo e, por serem leves e práticas, facilitam o transporte e o manuseio. Contudo, sofrem com a absorção de gordura e de umidade do alimento, podendo também rasgar com mais facilidade. O seu uso para embalar sucos e leites longa vida é através da embalagem cartonada, a qual tem várias camadas que protegem o alimento. Além disso, o uso de papel em embalagens é muito comum em alimentos para consumo rápido ou entregas. Tendências no mercado de embalagens A demanda por embalagens é enorme e a tendência é que cada vez mais atendam às necessidades dos consumidores. O estilo de vida influencia muito em como os consumidores se relacionam com elas e as aceitem, seja ecologicamente, em aparência ou em formato. Embalagens à vácuo já são uma realidade, porém há muito ainda para ser explorado. Estas embalagens permitem a ausência de ar, fazendo com que a composição do alimento seja conservada evitando o ataque de agente aeróbicos, prolongando a vida útil. Outro item levado em conta na hora de escolher a embalagem é a praticidade. Embalagens de fácil abertura, com refechamento e que sejam fáceis para descartar são bem vistas pelos consumidores e tendem a crescer no mercado. Ainda com a pretensão de facilitar a vida do consumidor existem as embalagens que possibilitam o consumo na própria embalagem e seu uso diretamente no micro-ondas. Estes estilos são uma aposta na indústria de embalagens – revelam os desejos dos consumidores e o anseio por produtos alimentícios com cada vez mais qualidade e praticidade. Se interessou pelo assunto? Venha até a CONAQ para saber a embalagem ideal para seu produto! Se tiver alguma dúvida ou comentário sobre o artigo, nos escreva abaixo na caixa de comentários.