COMO LUCRAR COM MEU PRODUTO ALIMENTÍCIO

Veja as principais estratégias de mercado e marketing que nossos consultores destacaram neste blog.
Tendências do mercado alimentício para 2024

Para você que deseja se atualizar a respeito das principais tendências do mercado alimentício para os próximos anos (2024-2026), construímos um artigo falando a respeito dos principais produtos que estarão em alta nos próximos anos, além das tendências macroeconômicas globais para o mercado.
BENEFÍCIOS DOS ALIMENTOS COM COLÁGENO

Descubra o colágeno. Descubra uma nova era de alimentos. Entre em contato para explorar todas as possibilidades que o desenvolvimento de produtos com colágeno podem oferecer à sua empresa. A revolução alimentícia começa agora!
LEITE EM PÓ E COMPOSTO LÁCTEO: DESCUBRA NO QUE DIFEREM

Ricos em nutrientes, os dois produtos são comuns na alimentação de muitos brasileiros; entenda as características de cada um.
TIPOS DE AMIDO: QUAIS SÃO E PARA QUE SERVEM?

Entenda cada tipo de amido, suas possíveis modificações e aplicações na indústria de alimentos Você, com certeza, já comeu um alimento com amido de milho. Mas você conhece os diferentes tipos dessa importante fonte de carboidratos na alimentação? E sabe como eles são utilizados? Antes de entender os outros tipos de amigos, é preciso entender o amido resistente. Esse termo foi criado em 1982 e se refere à fração de amido que será fermentada no intestino grosso, formando gases e ácidos graxos pequenos. Devido a essas características, esse tipo de amido tem efeitos comparáveis à fibra alimentar. Existem ainda três divisões entre o amido resistente, classificadas de acordo com o seu grau de resistência à digestão: amido fisicamente inacessível (AR1), grânulos de amido resistente (AR2) e amido retrogradado (AR3). Este último tipo de amido é o mais comum e mais importante nos alimentos pois pode ser manipulado de forma benéfica para o consumidor, alterando a quantidade de “fibra” do alimento. Amidos modificados e sua aplicações Um amido pode ser modificado para incrementar ou inibir suas características originais e adequá-lo às aplicações específicas. Assim, pode-se promover, por exemplo, melhor retenção, estabilidade e sensação ao paladar. Porém, é pouco prático modificar um amido nativo. Por isso, foram criados os amidos modificados. É possível realizar a modificação dos amidos por meio de três métodos: Vale ressaltar que este último tipo de amido citado, o de pré-gelificação, não tem apenas emprego na área alimentícia. Ele também é útil nas indústrias têxtil, de papel e papelão, fundição e de lamas para perfuração de petróleo. Gostou do conteúdo? Ficou com alguma dúvida, quer saber mais sobre os tipos de amido ou qualquer outro assunto relacionado à produção e ao mercado de alimentos? Entre em contato conosco! Estamos à disposição para ajudá-lo.
PRODUTO ARTESANAL: COMO AMPLIAR A ESCALA DE PRODUÇÃO?

Saiba quais são os requisitos necessários para aumentar a produção mantendo a qualidade dos produtos Na hora de escalar o volume de produção de um alimento, uma das grandes preocupações é preservar as características originais do produto. Com o aumento da produção e um possível início de vendas em supermercados ou padarias, é preciso adaptar alguns setores da produção à nova realidade. Dois aspectos fundamentais devem ser considerados para que a ampliação ocorra corretamente, de forma a não prejudicar o desenvolvimento do produto: estudos teóricos e práticos sobre o produto e planejamento do espaço de acordo com os protocolos de segurança do manual de boas práticas de fabricação. Estudos teóricos e práticos Durante as etapas de transição da escala de produção, é comum que os produtores busquem empresas que atuam na área de engenharia de alimentos para ajudá-los a otimizar os processos. Essas empresas, visando preservar as propriedades organolépticas dos produtos, realizam vários estudos teóricos sobre as mercadorias e, de acordo com as necessidades do produtor, determinam quais métodos podem ser adotados para ampliar a produção. É importante alertar que, em uma escala de produção maior, apenas os estudos teóricos podem não ser suficientes para definir os métodos adequados. Em alguns casos, existem variáveis que só são expostas durante as etapas práticas. Por isso, os produtores devem encomendar também a realização de testes práticos, que não só comprovam as análises teóricas, como também as complementam. Planejamento do espaço e manual de boas práticas de fabricação Outro ponto chave é o estudo do dimensionamento e do layout do local em que serão instalados os novos equipamentos necessários para uma produção em maior escala. Por meio de projeções tridimensionais, com as medidas adequadas das máquinas, adquire-se uma noção mais exata sobre a área reservada para a fabricação do produto após a adaptação ao novo volume de produção. Além disso, é essencial entender o manual de boas práticas de fabricação. Este documento descreve todas as adequações que o espaço para a produção deve conter, como a nivelação dos pisos, protocolos de higiene relacionados aos funcionários, entre outras diretrizes. Vale ressaltar que o manual é obrigatório, e precisa ser usado para garantir a segurança tanto dos funcionários da empresa quanto dos consumidores. Essas são apenas algumas das medidas que podem ser tomadas para aumentar a escala de produção de forma correta. Para mais informações, entre em contato conosco! Podemos te ajudar a expandir o seu negócio!
EMBALAGENS BIODEGRADÁVEIS: BENEFÍCIOS E DESAFIOS DA PRODUÇÃO

Saiba quais são as características desse material e os motivos que ainda o impedem de dominar o mercado As embalagens biodegradáveis já deixaram de ser apenas uma novidade e se tornaram uma tendência no mercado há algum tempo. Com assuntos como sustentabilidade e responsabilidade ambiental em alta, esse tipo de embalagem desperta interesse de cada vez mais consumidores, tanto no cenário nacional quanto internacional. Embora sejam um forte apelo comercial, embalagens biodegradáveis não são maioria nas indústrias. Isso porque alguns fatores ainda dificultam a sua produção. Quer entender quais são as vantagens das embalagens biodegradáveis, os principais desafios para produzi-las e as projeções desse mercado? a Conaq te explica! O que são embalagens biodegradáveis? Embalagens biodegradáveis são embalagens produzidas com materiais menos nocivos ao meio ambiente. Esses componentes são melhor absorvidos pelo ecossistema, reduzindo o impacto ambiental. Em comparação a outros tipos de embalagem, o principal diferencial das biodegradáveis é o tempo de decomposição do produto. O processo de decomposição é realizado por diversos micro-organismos presentes na natureza, como bactérias e fungos. Após a decomposição, a maioria das substâncias se transforma em matéria orgânica, como água e gás carbônico. Uma embalagem biodegradável se decompõe em no máximo 90 dias. Já as embalagens comuns, como as de plástico, papelão e vidro, que são as principais responsáveis pela poluição e superlotação de lixões, demoram vários anos para se decompor (em alguns casos, centenas de anos). Como está o mercado? Já que as embalagens biodegradáveis são positivas para o meio ambiente, por que elas ainda não são maioria no mercado? Apesar dos benefícios desse tipo de embalagem, existem alguns fatores que dificultam a ascensão dos biodegradáveis no mercado atual. Abaixo, listamos esses fatores: – Geralmente embalagens biodegradáveis necessitam de descarte adequado para que ocorra a decomposição – Alguns materiais biodegradáveis têm custo elevado – Consciência ambiental ainda está em fase de desenvolvimento na maioria das indústrias Contudo, os benefícios das embalagens biodegradáveis tendem a superar esses desafios no futuro. Em pouco tempo, com o avanço da tecnologia, devem surgir métodos de fabricação e estruturas industriais que facilitem a produção. Além disso, o fato das embalagens biodegradáveis contribuírem para neutralizar os impactos ambientais, possibilitando compostagem, é cada vez mais valorizado pelo público. Dessa forma, a demanda por esse tipo de produto tende a aumentar, impulsionando as produções. Outra vantagem é que comercializar esse tipo de embalagem proporciona valorização da marca. Em razão do desenvolvimento da consciência ambiental dos consumidores, empresas que demonstram comprometimento com o meio ambiente se destacam em relação aos concorrentes. O Futuro das embalagens: Em resumo, as embalagens biodegradáveis atendem à crescente demanda por produtos que não agridem o ecossistema e são eficientes em suas funções básicas. Por isso, a projeção desse mercado é muito promissora. Em algumas décadas, esse tipo de embalagem, que já é bastante procurada atualmente, tende a se tornar maioria no mercado. Quer saber mais sobre o desenvolvimento de embalagens biodegradáveis ou qualquer outro assunto relacionado à produção sustentável? Entre em contato com a CONAQ para descobrir o seu tipo de embalagem ideal e estar sempre atento às tendências do mercado!
FERMENTAÇÃO NATURAL: CONHEÇA TODOS OS BENEFÍCIOS

R. João Pio Duarte Silva, 241 | Florianópolis – SC WhatsApp (48) 3721-6361 Entre em contato 5/5 4 minutos Muito valorizado no universo da panificação, método de fermentação natural é mais saudável e proporciona sabores únicos aos pães Na produção de pães e derivados da panificação, a fermentação é uma das etapas mais fundamentais. Esse processo, além de deixar a massa mais leve e desenvolver o seu sabor, proporciona o seu crescimento. Isso acontece devido à proliferação das bactérias produzidas durante a fermentação. Tais bactérias quebram as moléculas de glicose da farinha do pão e passam a se alimentar delas, o que resulta no crescimento da massa. Para entender tudo sobre fermentação natural e aprender a utilizar esse processo nas suas receitas, segue o texto! O que é o fermento natural? Conhecido também como levain (francês), massa madre (espanhol) e sourdough (inglês), o fermento natural é, basicamente, uma mistura de farinha e água. Juntos, esses dois ingredientes criam um meio de cultura muito favorável à proliferação de microrganismos do ar, como fungos e bactérias. Nesse caso, a principal bactéria presente na massa são os lactobacilos, já a quantidade de leveduras varia de acordo com a região em que os pães são produzidos. A fermentação natural não é nada de novo no mercado. Esse processo foi utilizado desde a produção dos primeiros pães, paralelo ao início do cultivo de grãos, como o trigo. Registros datam a sua utilização a partir de 3700 a.C. Gostaria de iniciar a sua própria produção, ou está com alguma dificuldade no processo? Entre em contato conosco! Podemos te ajudar! Fermento biológico industrial x Fermento natural: Fermento biológico industrial: Como o próprio nome já diz, o fermento biológico é manipulado em laboratório e produzido em escala industrial. A principal característica desse composto é que a sua contaminação por microrganismos não acontece de forma espontânea, como no fermento natural, e sim de forma controlada e seletiva. No caso do fermento natural, são proliferadas apenas leveduras, conhecidas como Saccharomyces cerevisiae. Essas são responsáveis por um fator importante que ressalta as principais diferenças no sabor dos pães de cada fermento. 1. Fermento biológico fresco: O tradicional fermento da padaria, com umidade alta (cerca de 70%), comumente encontrado em tabletes, é ativado entre 24°C a 36°C. 2. Fermento biológico seco instantâneo: Fermento em pó, de umidade perto de 9%, obtido a partir da secagem do biológico fresco. Além das leveduras, o produto leva emulsificante na sua composição. Fermento natural: Seja pelos microrganismos presentes no ar, ou na própria farinha utilizada, como citado anteriormente, após um tempo do contato com a água e o ar, a mistura irá fermentar, por causa da contaminação. Normalmente as bactérias e leveduras estão presentes, em sua maioria, em grãos integrais. Por isso, um dos ingredientes mais usados para produção do fermento natural é a farinha de centeio integral. A mistura com água repousa em temperatura entre 24°C e 32°C, durante cerca de 8 dias, até começarem a aparecer bolhas, que indicam a fermentação. Nesse sentido, observa-se que, por esse processo levar mais tempo do que o industrial, as produções realizadas com fermento natural são mais artesanais e únicas, visto que seu crescimento de microrganismos não é controlado. Quais são as vantagens da fermentação natural? Saúde: Quando comparada ao processo industrial, a utilização da fermentação natural é mais saudável. O motivo é que a fermentação natural facilita a digestão do glúten da farinha pelo organismo. O glúten é uma proteína complexa, de difícil digestão, principalmente para pessoas mais sensíveis à substância. Na fermentação natural, a quebra do glúten da farinha ocorre já durante a fermentação mais lenta, ou seja, antes da digestão, o que facilita o processo digestivo. Além disso, o pão de fermentação natural apresenta índice glicêmico mais baixo do que os outros. Outro aspecto importante é que o ácido acético produzido durante a fermentação inibe a produção de bolor e mofo. Isso faz com que o pão possa ser armazenado por mais tempo, mesmo sem conservantes. Sabor, textura e outra características: Já sobre o sabor e os aspectos sensoriais proporcionados pelos alimentos, os pães de fermentação natural são incomparáveis: possuem características específicas que variam de acordo com cada produção. A produção do fermento natural, por não ser controlada, torna única cada fabricação. No entanto, uma característica comum dos pães de fermentação natural é a casca de textura mais grossa com o miolo úmido e em alvéolos, muito diferente dos produtos feitos com fermento biológico industrial. Na CONAQ, realizamos o serviço de desenvolvimento de produto alimentício! Se interessou? Entre em contato com agente clicando na imagem abaixo!! O que é CONAQ? Somos uma empresa júnior, da Universidade Federal de Santa Catarina, de acordo com a Lei 13.267/2016, e realizamos projetos de consultoria em engenharia química e engenharia de alimentos. Entre em contato Posts recentes FICOU INTERESSADO? Fale agora com um de nossos especialistas! Entre em contato R. João Pio Duarte Silva, 241 Florianópolis – SC Email contato@conaq.com.br WhatsApp (48) 98453-2219 Consultoria alimentar especializada no desenvolvimento de produtos. Reduza o desperdício e mantenha a qualidade do seu produto com nossos estudos e testes técnicos. Navegação Processo Estudo do Produto Estudo Legislativo Estudo de Processo Testes Laboratoriais Análise Sensorial Rotulagem Benefícios Formulação do produto com alta qualidade Alcance de mercado e mais vendas Solução única e exclusiva Adequação às normas de regulamentação Conaq | Todos os direitos reservados Desenvolvido por Swell Digital
CARNE CULTIVADA: O QUE É E COMO É PRODUZIDA

Se você está interessado nesta inovação sustentável na produção de alimentos ou deseja saber mais sobre o setor de carnes cultivadas, entre em contato conosco! A CONAQ, em parceria com a UFSC, realiza estudos e trabalhos sobre essa nova abordagem na indústria alimentícia. Descubra mais sobre as carnes do futuro e como isso pode transformar o mercado.
AÇÚCAR DA BETERRADA: O QUE É E COMO É PRODUZIDO?

R. João Pio Duarte Silva, 241 | Florianópolis – SC WhatsApp (48) 3721-6361 Entre em contato 5/5 4 minutos Conheça os processos de produção e os benefícios desse tipo de açúcar que pode ser uma boa alternativa ao açúcar branco. Açúcar branco Para a maioria dos consumidores, é comum associar a produção de açúcar à cana. Isso porque a cana, de fato, é a principal matéria-prima do branco, que está presente em maiores quantidades no mercado. Mas você sabia que é possível produzir açúcar de outras maneiras, com outras matérias-primas? Açúcar de beterraba Uma das escolhas mais viáveis como matéria-prima é a beterraba. O açúcar de beterraba possui algumas características diferentes e pode proporcionar também outros benefícios em relação ao branco. A seguir, explicamos como é produzido e quais os benefícios. Vantagens do açúcar de beterraba: Quando comparado aos outros tipos de açúcares existentes, o açúcar de beterraba possui alguns benefícios específicos. Abaixo, está a lista desses benefícios: É digerido mais facilmente que o açúcar de cana Menor valor calórico Menos potencial de aumentar os níveis de açúcar no sangue Menos prejudicial aos dentes, causa menos cáries Previne anemia e melhora a circulação sanguínea Diminui os níveis de colesterol ruim Como é extraído? O processo começa com a colheita das beterrabas, que são posteriormente lavadas, descascadas e cortadas em formato de fatias finas. Em seguida, o conjunto de várias fatias é colocado em uma tina, ou em outro recipiente, preenchido com água quente. Este recipiente, então, permanece em repouso por um período de tempo determinado. Esse processo é realizado para extrair o suco natural da beterraba, o qual é composto pelo açúcar e por outras substâncias. Após essa etapa, o chá de beterraba produzido anteriormente passa por diversas técnicas de purificação e filtração que utilizam gás carbônico e cal (óxido de cálcio). Dessa maneira, retira-se todas as substâncias indesejadas e mantém-se na mistura somente água e açúcar. Em seguida, o produto é levado para uma série de tubos em que parte da água presente é evaporada com o auxílio de vapor quente. Assim, forma-se uma espécie de xarope grosso. Realiza-se, então, a cristalização do xarope obtido. Esse processo consiste no aquecimento da mistura até altas temperaturas, o que faz com que a água presente evapore e o restante das moléculas se aproximem e formem cristais. Esses são os cristais de açúcar. Por fim, os cristais são levados para um centrífuga para retirar qualquer água que tenha restado no produto. Diferenças entre açúcar de cana e de beterraba: Em geral, não existem muitas diferenças consideráveis entre esses dois produtos, porém é possível, sim, elencar algumas. Durante a produção: Os processos que ambos passam são bastante semelhantes, mas há uma diferença: o açúcar de cana pode usar carvão de ossos em seu processo. Esse é um composto produzido a partir da carbonização de ossos de animais. O carvão ósseo possui a função de filtrar e clarear o açúcar. Vale ressaltar que o uso do carvão de ossos é muito relevante para os veganos, visto que diversos veganos deixaram de consumir o açúcar branco por conta desse processo. Além disso, existem também diferenças em como cada um dos produtos funciona na culinária. O sabor: o açúcar de beterraba é mais amargo, enquanto o de cana é mais doce. Textura final: enquanto o açúcar de cana gera um produto mais uniforme, o de beterraba gera uma textura mais crocante, o que pode ser muito útil, dependendo do prato que se pretende preparar. Com essas características, em muitos contextos, o açúcar de beterraba pode ser a opção ideal. Já em outros casos, pode ser um ótimo substituto para o açúcar de cana, já que o sabor dos dois produtos é muito semelhante. Gostou de entender como funcionam os processos de produção do açúcar de beterraba? E que tal otimizar os processos de produção da sua empresa e escolher os melhores componentes para o seu produto? Podemos te ajudar nisso! A CONAQ oferece esses e diversos outros serviços. Entre em contato conosco! O que é CONAQ? Somos uma empresa júnior, da Universidade Federal de Santa Catarina, de acordo com a Lei 13.267/2016, e realizamos projetos de consultoria em engenharia química e engenharia de alimentos. Entre em contato Posts recentes FICOU INTERESSADO? Fale agora com um de nossos especialistas! Entre em contato R. João Pio Duarte Silva, 241 Florianópolis – SC Email contato@conaq.com.br WhatsApp (48) 98453-2219 Consultoria alimentar especializada no desenvolvimento de produtos. Reduza o desperdício e mantenha a qualidade do seu produto com nossos estudos e testes técnicos. Navegação Processo Estudo do Produto Estudo Legislativo Estudo de Processo Testes Laboratoriais Análise Sensorial Rotulagem Benefícios Formulação do produto com alta qualidade Alcance de mercado e mais vendas Solução única e exclusiva Adequação às normas de regulamentação Conaq | Todos os direitos reservados Desenvolvido por Swell Digital