6 FORMAS DE PROLONGAR A VIDA ÚTIL DO CHOCOLATE

Descubra 6 maneiras práticas que vão fazer a diferença no modo como você prepara seu chocolate!
REGRAS BÁSICAS DA ANVISA: LEGISLAÇÃO

A conformidade com a legislação é crucial para evitar multas e garantir o bom funcionamento do estabelecimento no setor alimentício. Conscientização, treinamento adequado e gestão eficiente são fundamentais para atender às normas e manter a qualidade e segurança dos alimentos oferecidos.
15 Principais suplementos alimentares do mercado

Conheça os 15 principais suplementos alimentares do mercado e para que servem.
O QUE SÃO ALIMENTOS PLANT-BASED?

Aprofunde seu conhecimento sobre alimentos plant-based, explorando seu significado e o panorama atual no mercado alimentício.
COMO DETERMINAR PRAZO DE VALIDADE DE ALIMENTOS

Confira como é feito o processo de determinação do tempo de prateleira de um produto alimentício.
POR QUE O MERCADO DE PRODUTOS SEM GLÚTEN ESTÁ EM CRESCIMENTO?

Veja como o aumento do glúten nos produtos com farinha nos últimos 40 anos tem afetado o mercado.
BENEFÍCIOS DOS ALIMENTOS COM COLÁGENO

Descubra o colágeno. Descubra uma nova era de alimentos. Entre em contato para explorar todas as possibilidades que o desenvolvimento de produtos com colágeno podem oferecer à sua empresa. A revolução alimentícia começa agora!
LEITE EM PÓ E COMPOSTO LÁCTEO: DESCUBRA NO QUE DIFEREM

Ricos em nutrientes, os dois produtos são comuns na alimentação de muitos brasileiros; entenda as características de cada um.
ENTENDA OS TIPOS DE GORDURA NA TABELA NUTRICIONAL

Conheça os tipos de gordura presentes nos alimentos, seus benefícios, malefícios e a quantidade de consumo recomendada pela Anvisa Em meio às várias informações presentes em uma tabela nutricional, existe um macronutriente que muitas vezes é considerado como um grande “vilão” aos olhos do grande público: a gordura. Isso porque poucos consumidores compreendem os reais benefícios e malefícios da gordura, além de também não conhecerem as diferenças entre os tipos de gordura. Assim como carboidrato e proteína, a gordura é um macronutriente muito importante para o funcionamento do corpo humano, já desempenha funções específicas no organismo. O consumo equilibrado, também como o dos outros macronutrientes, pode gerar vários efeitos positivos e prevenir eventuais problemas de saúde. Dentre as funções que somente as gorduras proporcionam ao corpo, destaca-se a produção de hormônios como o cortisol, a solubilização das vitaminas A, D, E e K. A gordura também é responsável por manter em condições normais as atividades cerebrais e a estabilidade da membrana plasmática. Isso porque o consumo de alimentos com esse lipídio é a única forma de se obter os ácidos graxos. Quer aprender a interpretar a tabela nutricional, identificar quais são os tipos de gordura e entender quais são seus efeitos no organismo? Logo abaixo, explicamos tudo que você precisa saber sobre as gorduras presentes na tabela nutricional! Como ler uma tabela nutricional? As informações básicas disponíveis atualmente em rótulos alimentícios brasileiros foram regulamentadas em 2003. À época, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) elaborou o regulamento com o objetivo de melhorar a nutrição no hemisfério sul, inspirada pela legislação que a Federal Drug Administration (FDA) havia desenvolvido na década anterior. Nesse sentido, a padronização de informações sobre a composição de um alimento ainda é uma novidade para grande parte dos consumidores. Muitos desses consumidores não têm o costume de observar a tabela nutricional e, provavelmente, não sabem interpretá-la. Conforme demonstra a imagem acima, a tabela nutricional padronizada pela Anvisa é composta por uma linha inicial com título “INFORMAÇÃO NUTRICIONAL”, em negrito com as letras maiúsculas. Logo abaixo do título, há a medida de porção esperada de consumo do cliente (por exemplo, no caso dos refrigerantes, a medida é 200 mL). Ao lado, há a indicação da medida comumente utilizada pelo consumidor, ou seja, líquidos em unidade de volume (mL) e sólidos em unidade de massa (g). Mais abaixo na tabela, deve-se conter uma linha com três colunas. A primeira não consta grafias. Já na segunda coluna, há as palavras “Quantidade de porção” e, na última coluna, escreve-se “%VD”, que indica a quantidade de energia (calorias) e de nutrientes que o alimento apresenta em relação a uma dieta média de 2.000 kcal. Entender esses indicadores é essencial para reconhecer as formas de gordura presentes nos produtos. No próximo tópico, explicamos quais são os tipos de gordura que estão presentes nos alimentos. Quais são os tipos de gordura e quais as suas diferenças? Na tabela, as informações sobre gorduras estão dispostas na quarta linha, abaixo de valor energético, carboidratos e proteínas, com as seguintes subdivisões: Ainda de acordo com a Anvisa, nos dias atuais, não existe a necessidade de expor a quantidade de ácido graxo contida em um alimento. Isso porque este tem um caráter muito positivo para a saúde humana. Contudo, este componente deve ser uma fração da gordura insaturada, que é calculada da seguinte forma: Gordura insaturada = gordura total – (gordura saturada + gordura trans) Com a ampla concorrência do mercado de alimentos, para que uma empresa se destaque, é preciso não só manter um alto padrão de qualidade, como também inovar para melhorar os produtos e cativar os clientes. Nesse sentido, o objetivo é otimizar ao máximo os processos para garantir tanto o sabor dos produtos quanto a saúde dos clientes. Diante do fato de que os brasileiros estão cada vez mais cientes da importância de uma tabela nutricional na hora de escolher os alimentos, a CONAQ pode oferecer diversos serviços a quem quer sair na frente, por exemplo: Está interessado em implementar qualquer um desses serviços, ou ainda ficou com alguma dúvida? Fale conosco, estamos sempre dispostos a te ajudar!
EMBALAGENS BIODEGRADÁVEIS: BENEFÍCIOS E DESAFIOS DA PRODUÇÃO

Saiba quais são as características desse material e os motivos que ainda o impedem de dominar o mercado As embalagens biodegradáveis já deixaram de ser apenas uma novidade e se tornaram uma tendência no mercado há algum tempo. Com assuntos como sustentabilidade e responsabilidade ambiental em alta, esse tipo de embalagem desperta interesse de cada vez mais consumidores, tanto no cenário nacional quanto internacional. Embora sejam um forte apelo comercial, embalagens biodegradáveis não são maioria nas indústrias. Isso porque alguns fatores ainda dificultam a sua produção. Quer entender quais são as vantagens das embalagens biodegradáveis, os principais desafios para produzi-las e as projeções desse mercado? a Conaq te explica! O que são embalagens biodegradáveis? Embalagens biodegradáveis são embalagens produzidas com materiais menos nocivos ao meio ambiente. Esses componentes são melhor absorvidos pelo ecossistema, reduzindo o impacto ambiental. Em comparação a outros tipos de embalagem, o principal diferencial das biodegradáveis é o tempo de decomposição do produto. O processo de decomposição é realizado por diversos micro-organismos presentes na natureza, como bactérias e fungos. Após a decomposição, a maioria das substâncias se transforma em matéria orgânica, como água e gás carbônico. Uma embalagem biodegradável se decompõe em no máximo 90 dias. Já as embalagens comuns, como as de plástico, papelão e vidro, que são as principais responsáveis pela poluição e superlotação de lixões, demoram vários anos para se decompor (em alguns casos, centenas de anos). Como está o mercado? Já que as embalagens biodegradáveis são positivas para o meio ambiente, por que elas ainda não são maioria no mercado? Apesar dos benefícios desse tipo de embalagem, existem alguns fatores que dificultam a ascensão dos biodegradáveis no mercado atual. Abaixo, listamos esses fatores: – Geralmente embalagens biodegradáveis necessitam de descarte adequado para que ocorra a decomposição – Alguns materiais biodegradáveis têm custo elevado – Consciência ambiental ainda está em fase de desenvolvimento na maioria das indústrias Contudo, os benefícios das embalagens biodegradáveis tendem a superar esses desafios no futuro. Em pouco tempo, com o avanço da tecnologia, devem surgir métodos de fabricação e estruturas industriais que facilitem a produção. Além disso, o fato das embalagens biodegradáveis contribuírem para neutralizar os impactos ambientais, possibilitando compostagem, é cada vez mais valorizado pelo público. Dessa forma, a demanda por esse tipo de produto tende a aumentar, impulsionando as produções. Outra vantagem é que comercializar esse tipo de embalagem proporciona valorização da marca. Em razão do desenvolvimento da consciência ambiental dos consumidores, empresas que demonstram comprometimento com o meio ambiente se destacam em relação aos concorrentes. O Futuro das embalagens: Em resumo, as embalagens biodegradáveis atendem à crescente demanda por produtos que não agridem o ecossistema e são eficientes em suas funções básicas. Por isso, a projeção desse mercado é muito promissora. Em algumas décadas, esse tipo de embalagem, que já é bastante procurada atualmente, tende a se tornar maioria no mercado. Quer saber mais sobre o desenvolvimento de embalagens biodegradáveis ou qualquer outro assunto relacionado à produção sustentável? Entre em contato com a CONAQ para descobrir o seu tipo de embalagem ideal e estar sempre atento às tendências do mercado!