ENTENDA TUDO SOBRE OS DIFERENTES TIPOS DE AÇÚCAR

Em meio a tantas opções e variedades, o que devo saber sobre cada tipo de açúcar para escolher o mais adequado ao meu produto a ao meu público? O açúcar é um carboidrato simples, ou seja, facilmente digerido pelo organismo. Por ser um carboidrato de rápida absorção, libera energia para o organismo e eleva os níveis de glicose (e consequentemente de insulina) na corrente sanguínea rapidamente. Ainda hoje em dia o tipo de açúcar mais utilizado e consumido no Brasil é o açúcar refinado, principalmente por ser o mais acessível e o mais comum de ser encontrado.  Esse tipo de açúcar conhecido por ter grãos finos e bem brancos, e isso ocorre pois no momento da fabricação são adicionados produtos químicos (geralmente o enxofre), acarretando uma perda de vitaminas e sais minerais tornando-o pouco nutritivo e saudável. De maneira geral o açúcar refinado prejudica o organismo agravando problemas de saúde (diabetes, hipertensão, cáries, gordura corporal), e por esse motivo ele tem sido visto como um grande vilão da alimentação. Contudo, existem outros tipos de açúcares que podem substituir o açúcar refinado. A diferença entre os tipos de açúcar a seguir está basicamente em seus processos de refinação. Legenda: Cada tipo de açúcar tem suas características e benefícios . Açúcar orgânico: o grande diferencial deste tipo de açúcar é que em nenhuma etapa do ciclo de fabricação são utilizados aditivos ou agrotóxicos, sendo considerado a opção mais saudável e natural. Tem grãos mais grossos e mais escuros (preservando nutrientes), porém é mais caro que o refinado. Açúcar mascavo: este açúcar não passa pelo processo de branqueamento e adição de conservantes, com isso conserva todos os  sais minerais e vitaminas. Também por conta disso é um açúcar de aparência escura e de sabor forte (é extraído do cozimento do caldo da cana). É muito recomendado por nutricionistas por possuir mais nutrientes e ter um preço acessível. Açúcar demerara: é bem parecido com o mascavo quando comparado processo de produção, porém o demerara é levemente refinado. Os nutrientes são mantidos pois não tem aditivos químicos e os grãos têm aparência marrom-claro. Possui um sabor intenso sem alterar o sabor dos alimentos (diferentemente do mascavo), mas custa caro. Açúcar de coco: produzido a partir do fluido das flores da palma do coco, não passa por nenhum processo de refinamento nem adição de conservantes químicos. Por isso, tem alto valor nutricional e um baixo índice glicêmico (não ocasiona altos picos de insulina, prejudiciais à saúde). É um açúcar que pode até ser consumido por diabéticos, porém possui um preço alto em relação ao refinado por exemplo. Açúcar cristal: possui as mesmas propriedades do açúcar refinado, a diferença está nos seus grãos que são bem maiores e mais transparentes. Stévia: é um adoçante natural que tem origem de uma planta nativa da América do Sul, Stevia Rebaudiana. Auxilia a controlar os índices glicêmicos e seu sabor é mais doce que o açúcar refinado. Pode ser utilizado “in natura” ou em adoçantes industrializados. Xilitol: é um adoçante natural extraído de fibras de vegetais. Sua aparência e sabor são semelhantes ao açúcar refinado, porém é 40% menos calórico e possui um baixo índice glicêmico (o índice do açúcar refinado é em torno de 65 enquanto do xilitol é 7). Não é tão comum de ser encontrado em supermercados, é mais comum em locais de produtos naturais, e acaba tendo um preço mais caro. Outra opção que pode ser utilizada para adoçar receitas é o mel, uma substância obtida a partir do néctar das flores e altamente nutritivo (poder antioxidante e antiinflamatório), além de ter um um índice glicêmico menor que o do açúcar.  Em questão de calorias, é bem semelhante ao açúcar comum, e seu sabor também pode alterar o sabor de certas receitas, mas é um boa alternativa para adoçar. Legenda: O mel é uma das alternativas de substituição do açúcar. (Foto Shutterstock) Portanto, sabendo as características das diferentes opções de açúcar e adoçantes, fica mais fácil para você escolher qual a melhor opção de utilizar na sua receita avaliando valor nutritivo, preço e sabor.  No entanto, é importante não consumir em excesso, sendo interessante também buscar outras alternativas, como o mel. Sua escolha deve ser feita focando no propósito do seu produto e em quem vai consumi-lo, para que esteja sempre alinhado com as tendências do mercado.  Artigo produzido por Larissa Abrahão Boing

COMO A EMBALAGEM AFETA NA VIDA ÚTIL DO ALIMENTO?

A embalagem é a envoltura que faz propaganda do seu produto, possibilita uma melhor qualidade no transporte e  defende os produtos contra agentes externos. Mas será que ela só serve para isso?  O que muitos não sabem, é que ela também pode aumentar a vida útil, a vida de prateleira e a durabilidade dos seus produtos, possibilitando assim que eles fiquem por mais tempo e com mais qualidade no mercado. Muitos fabricantes fazem testes de qualidade e vida útil dos seus produtos, porém, nem todos pensam que estes serão expostos ao sol, calor, umidade, entre outras condições que influenciam negativamente nesses fatores, fazendo perder competitividade no mercado. Com uma embalagem adequada, além de preservar suas características e durabilidade, é possível ocorrer um aumento dessa vida útil, aumentando assim a adesão dos clientes para com esses produtos. Pois preservando o sabor e qualidade a demanda por esse alimento irá crescer consequentemente. Mas como usar a embalagem  a seu favor? Há diversos tipos de embalagens e alguns produtos precisam de embalagens específicas, nem todos os alimentos podem usar o mesmo tipo de embalagem. Veja a seguir alguns tipos diferentes e como cada uma afeta seu produto: Embalagens Escuras  Este tipo de embalagem é muito utilizado em produtos sensíveis a luz (exemplo: salgadinhos, chocolates, entre outros). Elas protegem os produtos contra os efeitos dos raios solares, evitando assim a perda das características dos produtos, e a pouca durabilidade destes na prateleira.E consequentemente com a escolha adequada ,acarreta-se  o aumento da vida útil. Um exemplo clássico desse tipo de embalagem é o alumínio, muito utilizado em produtos ácidos. Embalagens a Vácuo Neste tipo de embalagem, é utilizado um selador a vácuo que retira todo o ar dentro da embalagem, impedindo o desenvolvimento de microorganismos, bactérias e fungos que prejudicam e estragam o seu produto. São muito utilizadas nas embalagens de carnes, queijos, embutidos e grãos. Essa embalagem é bastante utilizada pois facilita no transporte, aumenta a vida útil em até dez vezes, conserva o produto e tem uma ótima barreira contra o odor. Embalagens Tetra Pak Geralmente utilizada nas indústrias de leites e laticínios. Ela é composta por três partes: Papel-cartão, polietileno e folha de alumínio; Estes protegem contra a umidade, os efeitos do oxigênio e da luz, mantendo  todas as características presentes nos produtos. .Embalagens de vidro As embalagens de vidro tem uma grande durabilidade e resistência, além de acrescentar um elevado valor estético ao produto por ela utilizado. Pelo fato do vidro ser uma material inerte, ele se torna ideal para armazenar qualquer tipo de substância, é principalmente utilizado em conservas e bebidas alcoólicas, entre outros. A escolha inadequada das embalagens afetam diretamente na conservação dos produtos, fazendo com que eles tenham sua vida útil reduzida. Se você está cansado desses problemas, ou se você quer aumentar a qualidade e durabilidade do seu produto. Para descobrir qual a embalagem ideal para o seu produto, clique aqui!

EDULCORANTES: UMA ALTERNATIVA PARA A REDUÇÃO DO AÇÚCAR

Edulcorantes são substância naturais ou artificiais que possuem a função de conferir um sabor doce aos alimentos. Desse modo, eles são usados para substituir os açúcares em formulações. Existem dois macros grupos para classificá-los, os sintéticos e os naturais. Os naturais são extratos vegetais modificados quimicamente para intensificar o sabor doce. Nessa categoria estão presente a sacarose, a glicose, a lactose, a frutose, o xilitol e o açúcar invertido. Já os sintéticos são produtos não-calóricos que fornecem um forte sabor doce. São classificados com sintéticos o acessulfame-k, o aspartame, os ciclamatos e a sacarina. Aqui cabe algumas observações: a sacarina e os ciclamatos são proibidos em alguns países, sendo o primeiro no Canadá e o segundo nos Estados Unidos. Além do mais, o aspartame, por ser constituído pelo metil-éster-fenilalanina e pelo ácido I-aspártico, não deve ser consumido por quem possuir fenilcetonúria, já que essas pessoas não metabolizam o aminoácido fenilalanina. Dessa maneira, a legislação obriga que os alimentos que possuem aspartame tragam no rótulo “CONTÉM ASPARTAME”.  Também há a possibilidade de classificar os edulcorantes em outros dois grupos compostos somente por substâncias que não aumentem consideravelmente os níveis de açúcar no sangue: os nutritivos e os não nutritivos. Esses edulcorantes são indicados para as pessoas que sofrem de diabetes, hipertensão, cardiopatias e obesidade. Os nutritivos possuem um sabor doce inferior ou igual a sacarose, sendo que esses dois possuem um valor calórico semelhante. Além disso, eles conferem viscosidade e textura aos alimentos, influenciando na cristalização e no crescimento microbiológico. Em relação ao índice glicêmico, os nutritivos possuem um bem menor que os açúcares simples. Dentro dessa classificação encontram-se o maltitol, o sorbitol, o xilitol e o isomalte. Os não nutritivos são substâncias que apresentam um sabor doce muito maior que a sacarose. Eles possuem um alto valor calórico, entretanto, por serem utilizados em pouco quantidade – devido ao seu potente sabor doce -, representam um zero técnico quanto a quantidade de calorias na aplicação final. Aqui entram a taumatina, a Estévia (glicosídeos de esteviol), a  Sucralose, o Aspartame e o Acessulfame-K. Antigamente, a indústria não tinha muitas opções para substituir o açúcar tradicional, sendo algumas delas bastante desagradáveis em termos sensoriais, causando uma baixa aceitação por parte do consumidor final. Porém, os novos estudos e as novas tecnologias permitiram o desenvolvimento de versões Zero Açúcar com ótima aceitação sensorial. Com o aumento da procura por alimentos saudáveis, a indústria está investindo em edulcorantes naturais e saudáveis, como a Estévia, em detrimento de alguns adoçantes artificiais. Caso possua interesse de inserir esse aditivo na sua formulação ou, simplesmente, de aprender mais sobre os edulcorantes, entre em contato conosco que ficaremos contentes em ajudar!

O QUE É KOMBUCHA?

Chá, açúcar, leveduras e bactérias: a diferente combinação da bebida probiótica que pode fazer a diferença na sua vida! Entenda de uma vez por todas o que é o Kombucha e quais benefícios ele pode trazer à sua saúde. Kombucha é uma bebida feita de chá (geralmente chá preto ou chá verde) adoçado, fermentada com culturas de leveduras e bactérias. O processo de fermentação ocorre em função do SCOBY, Symbiotic Culture Of Bacteria and Yeast, ou, em português, Cultura Simbiótica de Bactérias e Leveduras, uma espécie de disco gelatinoso composto por 13 tipos de colônias de bactérias e leveduras. Entre elas, estão as bactérias que produzem ácido acético, acetobacter, e diferentes tipos de leveduras usadas na produção de vinhos, cervejas e pães, do gênero Saccharomyces.  Mas… como este processo ocorre?  Calma, é bem simples: as leveduras transformam o açúcar do chá em álcool e as bactérias convertem o álcool em ácido acético conferindo o sabor “azedinho” característico do Kombucha. Apesar de se tratar de uma fermentação alcoólica, os teores de álcool da bebida são de 0,3% – 1%, semelhante ao teor produzido naturalmente pelo nosso organismo no processo da digestão da glicose. O resultado é uma bebida considerada não alcóolica, energética, mas de baixo teor de carboidratos e cheia de nutrientes, como vitaminas do complexo B, C e aminoácidos essenciais. Quais os benefícios de consumir Kombucha? O consumo regular de Kombucha melhora o funcionamento do intestino e previne infecções, por se tratar de uma bebida probiótica que equilibra a flora intestinal (podendo atuar como laxante natural se consumido em grandes quantidades). Ela também equilibra o pH do sangue, fortalece o sistema imunológico, possui ação desintoxicante e previne o envelhecimento precoce, por ser rico em antioxidantes e se ligar a moléculas tóxicas do organismo estimulando sua liberação através da urina. Além disso, contribui para a redução do estresse, dor de cabeça, insônia, normalização da pressão arterial e estudos recentes relacionam o consumo do Kombucha com a prevenção do diabetes, câncer e combate a gastrite, por atuar eliminando a bactéria H. Pylori. Não é toa que esta bebida é conhecida pelos orientais como o elixir da longa vida! E mais… a produção de Kombucha pode facilmente ser feita em casa e diferentes tipos de chás podem ser utilizados na primeira fermentação. Para dar um sabor mais agradável a bebida, é possível realizar uma segunda fermentação com sucos de frutas e gengibre, resultando em um sabor final semelhante ao de um refrigerante, porém muito melhor por ser natural! Se interessou pelo assunto? Gostaria de produzir e quem sabe até vender seu Kombucha? Entre em contato conosco e saiba mais!Se tiver alguma dúvida ou comentário sobre o artigo, nos escreva abaixo na caixa de comentários. Artigo desenvolvido por Thais Martins

ALIMENTOS TRANSGÊNICOS: O QUE SÃO E QUAIS SEUS RISCOS

 Todo alimento que teve seu DNA modificado pela inserção de um gene de outra espécie pode ser chamado de transgênico, podendo ainda ser reconhecido como organismo geneticamente modificado (OGM). Tal tecnologia já é permitida, no Brasil, há mais de 2 décadas, e é responsável por quase 100% da nossa produção de soja, milho e algodão – segundo relatório do Serviço Internacional para Aquisição de Aplicações de Agrobiotecnologia (ISAAA). É fato que essa ferramenta expandiu a economia e a agricultura, mas será que sua implantação não requereria mais análises de risco? Estariam todos os transgênicos corretos perante à legislação? A polêmica e os riscos    Tanto para ambientalistas, quanto para a maioria dos consumidores, os efeitos dos transgênicos são preocupantes, a ponto de os configurar como vilões muitas vezes. Esses alimentos já foram chamados de comida de proveta e até receberam o termo pejorativo de Frankenfoods. Isso mesmo, vem de Frankenstein, traduzindo essa insegurança em relação ao que ainda não conhecemos sobre esses alimentos. Ademais, já foram inseridos no contexto de medos contemporâneos como malformação fetal, câncer e mutação.   O que, de fato, sabemos é que os transgenes podem estimular desequilíbrios fisiológicos nas plantas, causando efeitos alergênicos, tóxicos e de intolerância em quem consome tais plantas. Além disso, não temos noção do efeito da transgenia no nosso metabolismo, porque não temos como prever se haverá geração de novos compostos, ou ainda, modificação na concentração de algum composto naturalmente presente nos nossos processos bioquímicos. Sobre efeitos em gerações futuras, ou depois de décadas de consumo, não podemos concluir nada em sua totalidade, visto que a tecnologia é relativamente recente para ser estudada nessa perspectiva.    No âmbito ecológico, as consequências tomam proporções maiores. Culturas que são resistentes a herbicidas podem acabar polinizando espécies nativas próximas, transferindo o gene da resistência, assim como plantas resistentes a um vírus específico podem estimular novas variantes do mesmo, ou ainda, fazer com que esse vírus seja obrigado a buscar um novo hospedeiro. Nosso país, por possuir uma biodiversidade única, é muito vulnerável à agressividade do cultivo de transgênicos, considerando-se a quantidade de plantas silvestres e nativas. Interesses por trás de tudo    Como visto, faltam dados científicos para conclusões a respeito e, mesmo assim, o cultivo comercial já está liberado. Além disso, argumentos muito falhos foram utilizados para justificar a necessidade dos OGM, como, por exemplo, a necessidade de aumentar a produção agrícola para erradicar o problema da fome. Porém, é de senso comum que o problema da fome se concentra na distribuição de alimentos para a população, e não na quantidade. Na verdade, a vantagem é das multinacionais, as quais possuem as patentes das sementes, dominando esse mercado, assim como toda a agricultura familiar, através da inserção de relações capitalistas de dependência. O triângulo amarelo com a letra “T”   Nesse cenário de incertezas e discussões, é necessária a existência de mecanismos que possibilitem a segregação dos organismos que são modificados, daqueles que não são. Daí a importância da rotulagem, prevista no Código de Defesa do Consumidor. Com o intuito de informar o consumidor sobre a quantidade, a qualidade e a composição dos alimentos disponíveis para consumo, os rótulos também permitem que o alimento seja rastreado até a sua origem em caso de qualquer problema. Eles não só garantem segurança alimentar e biovigilância, mas também são um diferencial de marketing de um alimento para outro, gerando a concorrência entre os produtores. O Brasil, sendo o segundo maior produtor de transgênicos no mundo, deve à população a informação através do símbolo – um triângulo amarelo com a letra “T” preta – nos alimentos, apesar de inúmeras tentativas da flexibilização de sua obrigatoriedade. O que isso tudo tem a ver com a CONAQ?   Nós, como consultores experientes nesse assunto, podemos te ajudar a produzir alimentos com a segurança alimentar que os seus clientes merecem. Se você ficou com alguma dúvida ou deseja saber mais sobre a adequação legislativa dos transgênicos e sobre sua rotulagem específica, clique aqui, e entre em contato com a gente. Se tiver alguma dúvida ou comentário sobre o artigo, nos escreva abaixo na caixa de comentários. Artigo Desenvolvido por Roberta Steil

ALIMENTOS LIOFILIZADOS: PRÁTICOS, SAUDÁVEIS E ETERNOS

O grande desafio da indústria alimentícia do século XXI é a criação de alimentos que ao mesmo tempo sejam saudáveis, práticos, gostosos, duradouros e que não agridam ao meio ambiente. E se já existisse uma tecnologia capaz de produzir alimentos com todas essas características, mas que atualmente sua utilização está limitada a nichos extremamente específicos, existindo muito espaço a se explorar para novos produtos nesse mercado, quanto impacto uma empresa que a empregasse poderia ter? Essa tecnologia “milagrosa” é a liofilização, um processo para desidratar o alimento a frio, em equipamentos especiais. Ao contrário da desidratação normal, na qual o alimento é submetido a altas temperaturas, que degradam vitaminas, proteínas e comprometem o sabor, cor e propriedades nutricionais, na liofilização esse processo ocorre a temperaturas negativas, através de vácuo, mantendo praticamente todas as suas propriedades. Essa tecnologia é mais usada em snacks de frutas e em bebidas solúveis, mas também pode ser utilizada em temperos, sopas, cereais, hortaliças, carnes e até mesmo refeições prontas, que hoje só são encontradas em rações militares, lojas especializadas em montanhismo e comida de astronautas. Além de não perder os nutrientes, os alimentos liofilizados são leves, práticos (só é necessário adicionar água quente por uns 5 minutos e se tem uma refeição completa e balanceada) e possuem um prazo de validade extremamente longo, pois a água é um componente necessário para a multiplicação de microorganismos e age como catalisador para as principais formas abióticas de degradação, podendo ser armazenados por anos sem necessitar de refrigeração, na embalagem adequada. Isso os torna ideais para viagens ou acampamentos, nos quais os consumidores passarão por períodos longos sem acesso a formas de manter o alimento em baixas temperaturas. O único ponto negativo é o seu custo. Por ser um processo complexo, os equipamentos que o realizam possuem um custo elevado, e o seu gasto energético também é maior que os outros tipos de desidratação. Portanto, é necessário uma maior preparação e um maior cuidado no planejamento e na otimização da produção para gerar um preço mais competitivo. Nessas horas, a atuação de uma empresa que possua anos de experiência na indústria alimentícia, como é o caso da CONAQ se torna essencial. Caso tenha interesse em conhecer outros processos pouco conhecidos da indústria alimentícia ou se quiser saber mais sobre a aplicação desse processo, ou se ainda tiver alguma ideia que deseje implementar, entre em contato conosco, ficaremos felizes em ajudar!

TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE SORO DO LEITE

R. João Pio Duarte Silva, 241 | Florianópolis – SC WhatsApp (48) 3721-6361 Entre em contato  5/5 4 minutos O queijo é um produto saboroso e bastante presente na mesa do consumidor brasileiro. Acompanhante de diversas refeições, desde o pão com queijo no café da manhã até a pizza no jantar, este possui grande aceitabilidade. Tanto é verdade que em 2017, a produção de queijos no território brasileiro superou um milhão de toneladas. E neste ano de 2018, é esperado ainda um crescimento de 2,5%. Produção de queijo Para produção de um quilo de queijo, usa-se em média 10 litros de leite. Um dos principais subprodutos dessa produção, representando até 90% do leite usado, é o soro do leite. Isso mostra que durante o ano de 2018, teremos uma produção de, no mínimo, 8,2 bilhões de litros de soro do leite no Brasil. E para onde vai todo esse volume? Pode-se simplesmente descartar em rios e mares? Soro de leite O soro do leite não é apenas um resíduo da indústria alimentícia, ele é tido como um dos principais poluentes da indústria de laticínios.  Segundo a atual legislação ambiental, não é permitido seu descarte direto à rios e esgotos públicos. Isso ocorre devido a sua alta taxa de matéria orgânica, o que faz com que as bactérias e microorganismos presentes na água utilizem uma alta quantidade de oxigênio dissolvido no líquido para degradação dessa matéria. Existem, portanto, duas alternativas. A primeira é o descarte adequado, realizando um tratamento de efluentes nas queijarias. A segunda, já utilizada há muito tempo, é a utilização deste soro como fonte de nutrientes. Em fazendas familiares, o soro gerado pela produção do queijo era muito usado na alimentação de suínos, em virtude de sua grande concentração de matéria orgânica. Porém, atualmente, tal ação é banida por questões ambientais e sanitárias e estudou-se alternativas mais adequadas para o uso do soro do leite. Sendo assim, tem-se a opção de produzir bebidas lácteas ou queijo de ricota, por exemplo, além de pastinha para pães, e até mesmo soro do leite em pó, usado no Whey Protein. Descarte adequado do soro de leite Quando o processamento não é realizado, o soro do leite deve ser descartado de forma apropriada, demandando tempo, energia e dinheiro. Ao invés disso, pode-se realizar um estudo do melhor produto a ser feito com ele, levando em consideração suas propriedades físicas, químicas e biológicas, além de uma análise do mercado consumidor regional. Assim, o soro do leite, antes um resíduo tóxico, agora torna-se uma fonte de renda! Quer saber o melhor destino para o soro do leite do seu negócio? Entre em contato com a CONAQ, podemos fazer do seu soro de leite uma nova maneira de aumentar seu lucro! O que é CONAQ? Somos uma empresa júnior, da Universidade Federal de Santa Catarina, de acordo com a Lei 13.267/2016, e realizamos projetos de consultoria em engenharia química e engenharia de alimentos. Entre em contato Posts recentes FICOU INTERESSADO? Fale agora com um de nossos especialistas! Entre em contato R. João Pio Duarte Silva, 241  Florianópolis – SC Email contato@conaq.com.br WhatsApp (48) 98453-2219 Consultoria alimentar especializada no desenvolvimento de produtos. Reduza o desperdício e mantenha a qualidade do seu produto com nossos estudos e testes técnicos. Navegação Processo Estudo do Produto Estudo Legislativo Estudo de Processo Testes Laboratoriais Análise Sensorial Rotulagem Benefícios Formulação do produto com alta qualidade Alcance de mercado e mais vendas Solução única e exclusiva Adequação às normas de regulamentação Conaq | Todos os direitos reservados Desenvolvido por Swell Digital

DESCUBRA A EMBALAGEM IDEAL PARA SEU ALIMENTO

Sabia que a embalagem pode influenciar na vida útil e na conservação do seu produto? Saiba aqui como identificar a melhor embalagem para seu produto alimentício. Um elemento-chave na consolidação de um produto alimentício é a embalagem. O resultado de uma boa embalagem é determinante para o sucesso do produto, seja em vendas para aceitação do público-alvo ou na qualidade do alimento. Muitos fatores influenciam na escolha da embalagem, portanto, as características e comportamentos do produto devem ser analisados, tais como composição, vida útil e armazenamento.  Além disso, o alimento reage com as transmissões de luz e de calor e presença de gases e de umidade. Condições que irão afetar o seu produto e, quando não controladas, podem ser um fator de risco à qualidade do seu alimento dependendo da escolha da embalagem. Vamos conhecer os principais tipos de embalagens e para quais produtos são indicadas? Vidro É o tipo de material que mais cresceu na produção de embalagens no último ano segundo a Associação Brasileira de Embalagem (ABRE). Um alimento em embalagem de vidro pode apresentar vantagens sobre outros tipos de embalagens, como as que serão citadas a seguir. Por ser inerte e impermeável, não troca substâncias com o ambiente e com o alimento que está armazenando. Isto pode ser um fator de aumento da vida útil do produto, pois faz com que uma possível contaminação seja evitada. Há também embalagens de vidro com variação de cor, que protegem os alimentos sensíveis à luz, evitando reações indesejáveis no produto. Alguns inconvenientes desta embalagem é a não flexibilidade e a dificuldade no transporte.  Alumínio  O alumínio é uma alternativa resistente à passagem de luz, de umidade e de odores, além de ser um material leve e resistente à corrosão. Porém, é muito suscetível ao esmagamento, sendo assim, não flexível.  As latas de alumínio são muito utilizadas para embalar alimentos que não contém alto teor de sal e também para produtos ácidos, como refrigerantes. Além disso, o alumínio tem grande vantagem ambiental, pois é um material que pode ser reciclado facilmente. Plástico A embalagem de plástico é altamente utilizada em alimentos. Segundo a ABRE, cerca de 38,85% das embalagens produzidas no último ano no Brasil foram de plástico, representando o tipo de embalagem mais produzida.   Os tipos mais usados são: polietileno (bebidas), PET (refrigerantes), PVC (garrafas de água) e polipropileno (panificação e biscoitos).  Há muitas vantagens na utilização do plástico como embalagem devido à sua leveza, sua flexibilidade e sua resistência. Porém, são suscetíveis à passagem de luz e de gases por meio de sua porosidade. Embora sejam acessíveis à um custo inferior, as embalagens de plástico geram uma grande preocupação ambiental, pois a maioria das embalagens produzidas não são biodegradáveis ou demoram mais de 100 anos para se decompor.  Papel/papelão São embalagens de custo relativamente baixo e, por serem leves e práticas, facilitam o transporte e o manuseio. Contudo, sofrem com a absorção de gordura e de umidade do alimento, podendo também rasgar com mais facilidade.  O seu uso para embalar sucos e leites longa vida é através da embalagem cartonada, a qual tem várias camadas que protegem o alimento. Além disso, o uso de papel em embalagens é muito comum em alimentos para consumo rápido ou entregas. Tendências no mercado de embalagens A demanda por embalagens é enorme e a tendência é que cada vez mais atendam às necessidades dos consumidores. O estilo de vida influencia muito em como os consumidores se relacionam com elas e as aceitem, seja ecologicamente, em aparência ou em formato.  Embalagens à vácuo já são uma realidade, porém há muito ainda para ser explorado. Estas embalagens permitem a ausência de ar, fazendo com que a composição do alimento seja conservada evitando o ataque de agente aeróbicos, prolongando a vida útil. Outro item levado em conta na hora de escolher a embalagem é a praticidade. Embalagens de fácil abertura, com refechamento e que sejam fáceis para descartar são bem vistas pelos consumidores e tendem a crescer no mercado.  Ainda com a pretensão de facilitar a vida do consumidor existem as embalagens que possibilitam o consumo na própria embalagem e seu uso diretamente no micro-ondas.  Estes estilos são uma aposta na indústria de embalagens – revelam os desejos dos consumidores e o anseio por produtos alimentícios com cada vez mais qualidade e praticidade.  Se interessou pelo assunto? Venha até a CONAQ para saber a embalagem ideal para seu produto! Se tiver alguma dúvida ou comentário sobre o artigo, nos escreva abaixo na caixa de comentários.