A IMPORTÂNCIA DA SUA ROTULAGEM ESTAR DE ACORDO COM A ANVISA

Saiba como e porque se atentar as normas da ANVISA, regularizando corretamente o processo de rotulagem de seus produtos. Toda embalagem de alimentos necessita de um rótulo para transmitir informações essenciais para o seu consumo. A rotulagem de um produto alimentício é necessária para regularização e adequação do produto no mercado. Além disso, é uma forma de comunicação com o consumidor devido ao fato de indica a composição do alimento que será ingerido por ele. Por isso, a rotulagem é uma ferramenta que traz diversos benefícios tanto ao consumidor quanto ao produtor. Para o produtor, a rotulagem, se feita corretamente, pode ser utilizada para persuasão e alavancar as vendas do alimento, além de evitar multas, problemas com o consumo e regularizar o produto no mercado. A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é o órgão regulador que estabelece quais informações devem constar nos rótulos, como por exemplo indicar lista de ingredientes, quantidade, prazos de validade e etc. O órgão impõe suas normas de rotulagem padrão para maioria dos alimentos, porém existem algumas exceções que não são regulamentadas pela ANVISA, como por exemplo bebidas alcoólicas, especiarias, águas minerais naturais e outros. É importante destacar também que existem algumas informações proibidas de estarem no rótulo. Portanto, é preciso estar ciente em qual categoria o produto está inserido para realizar a rotulagem de forma correta, satisfatória e segura para os consumidores. Logo, para vender o produto no mercado é preciso estar adequado a essas normas impostas pelo órgão. Caso contrário, o produtor está suscetível a multas impostas pela ANVISA. Além disso, se houver alguma substância no alimento que não está explícito claramente no rótulo, pode acarretar em riscos graves à saúde do consumidor pois o cliente pode ter algum impedimento com determinada substância e acabar passando mal ao ingerir sem ser avisado no rótulo. Benefícios de uma rotulagem regularizada para o produtor Atualmente os consumidores estão tornando-se mais críticos, observando e comparando produtos antes de comprá-los para saber qual trará maior benefício. É evidente então que a satisfação do cliente relaciona-se diretamente com a qualidade do que estão consumindo. Um produto completo em informações e instruções em seu rótulo obtém vantagem sobre outro mais pobre em dados, ou seja, quanto melhor introduzida for a rotulagem, maior poder de persuasão o produto apresenta. Isso porque ajuda o consumidor preocupado com sua saúde a escolher qual produto comprar no mercado, garantindo-o a qualidade do que está comprando. Sendo assim, fica claro que a rotulagem, além de ser obrigatória na maioria dos produtos, se realizada de forma correta pode ser uma ferramenta essencial para alavancar as vendas e impulsionar seu negócio. Além disso, expor todas as informações nutricionais sobre o produto que está vendendo é uma forma do produtor encantar seus clientes e despertar um sentimento de confiança, tornando mais fácil sua fidelização à marca. Por isso, não deixe de regularizar seu produto no mercado, assim, evita multas impostas pela ANVISA e, ainda, torna seu produto mais competitivo no mercado. Gostou e quer entender melhor como a regularização da rotulagem ajuda seu negócio? Mais informações você encontra bem aqui. Se tiver alguma dúvida ou comentário sobre o artigo, nos escreva abaixo na caixa de comentários. Artigo Desenvolvido por Diego Simão GonçalvesAssessor de Gestão Interna
5 DICAS PARA O LANÇAMENTO DO SEU PRODUTO NO MERCADO

Quer ter segurança para investir em um produto no mercado? Confira as nossas dicas! Teve uma brilhante ideia de um novo produto que fará de você o mais novo empresário do mercado brasileiro ou, quem sabe, internacional? Então, para as vendas começarem com o pé direito temos algumas dicas para você. Confira: 1. Entenda a demanda e exigências do seu público-alvo O seu produto visa atender e sanar as necessidades de alguém, portanto, estabeleça o seu público-alvo a fim de mirar as suas estratégias de marketing nos possíveis compradores. Algumas perguntas que podem lhe ajudar a definir o seu comprador ideal são: ● Qual o gênero mais frequente entre seus clientes? ● Qual a faixa etária? ● Quais são os hobbies, interesses, estilo de vida? ● Nível escolar? ● Estado civil? Possui crianças? ● Redes sociais mais acessadas? ● Qual a localização desse público? 2. Garanta que a comercialização de seu produto está de acordo com a legislação vigente Para comercialização do seu produto, deve-se consultar a legislação vigente que abrange o objeto, a fim de compreender as normas e as metodologias de processamento que devem ser adotadas para enquadrar o produto na categoria correta. Dessa forma, é possível verificar se há a necessidade de registro do seu produto e garantir a segurança do consumidor. Com intuito de facilitar esse processo de inserção do produto no mercado consumidor, a Conaq presta esse serviço de consultoria e orientação para adequação legislativa da sua mercadoria. 3. Pesquise sobre as empresas concorrentes e suas estratégias de marketing Ao inserir um novo produto no mercado, esteja preparado para enfrentar a concorrência de outras empresas. Isso porque garantir a aceitação dos consumidores depende de como você vai superar essa competição. Primeiramente, pesquise quais meios midiáticos essas empresas usam para propagar seus produtos, quais são as identidades visuais mais utilizadas, leia também as reclamações que tais empresas recebem e considere isso como pontos que a sua não falhará. Com os resultados dessa pesquisa de mercado, você terá também uma noção dos preços que seu produto é comercializado e portanto, terá uma melhor base para uma precificação que vise favorecer a sua mercadoria. Na pesquisa, use palavras chaves que descrevem seu produto para achar mais informações sobre ele e sobre outras empresas do ramo. Algumas dicas para sua pesquisa: ● Entre no site das empresas concorrentes e preencha os formulários que geralmente pedem com o seu email (aconselhável que utilize sua conta pessoal). Assim, você poderá ter uma noção de como é o fluxo de marketing pelo email e seu conteúdo. ● Siga as mídias sociais das empresas para analisar melhor como é a interação do público com o produto, quais os posts com maior engajamento dos consumidores. Veja também, se eles utilizam Facebook Shops, Instagram Shopping e o Pinterest. 4. Defina suas táticas de marketing Após a pesquisa do seu público alvo e da concorrência, defina as estratégias de marketing para o seu produto. Primeiro Passo: Crie um website O contingente de pessoas que utilizam determinada rede social varia com o tempo à medida que outras vão surgindo, por isso recomenda-se a criação de um website, pois tem uma maior estabilidade. Aliado a isso, em um website, há uma maior flexibilidade para montar a identidade visual da empresa, oportunidades para compra e contato com o cliente. A ferramenta também possibilita postar conteúdos mais extensos que gerem conhecimento ou que esclareçam dúvidas dos clientes, assim, se aproximando do consumidor e ganhando sua confiança. É importante ressaltar também que o website ajuda a mensurar os resultados do marketing. Por exemplo, de onde os clientes vêm, como eles chegam ao site, qual o caminho percorrido por eles no site, por quanto tempo navegam nele e entre outros. Segundo passo : Crie uma lista de emails de possíveis compradores Após a criação de um site, crie ferramentas como coupons, oferta de ebooks, revistas, novidades para obter o email dos internautas que acessaram o site. Em seguida, com essa lista pronta, determine uma boa frequência para mandar e-mails com conteúdos que atraem e fidelizam o cliente a sua marca. Terceiro passo: Redes Sociais As redes sociais serão as vitrines virtuais de sua empresa, por isso cuide para manter a mesma identidade visual em todas elas. Após a criação, obtenha seguidores através de Public Figures, anúncios na própria rede social e sorteios. Quarto passo: Revendedores. Sites como Amazon, Etsy, Walmart, eBay possuem um grande fluxo de acessos, logo disponibilizar a venda do seu produto nesses sites é uma boa estratégia para atingir novos compradores. Por outro lado, além de pagar taxas que diminuem o seu lucro, o comprador nunca será de fato o seu cliente, já que a interação de compra ocorreu por meio de terceiros. 5. Conte a história do seu produto Não basta ter vários meios para abordar um possível cliente, tem que saber como cativá-lo para que ele não só compre o seu produto, mas a ideia vinculada a ele. É interessante para o consumidor que você conte a sua história, qual o objetivo de ter desenvolvido tal mercadoria, de como a sua empresa surgiu, o que o produto diz sobre a pessoa que o compra e até qual o seu papel social. Assim, o comprador adere a ideia da marca e torna-se fiel a ela, não só pelos atributos físicos, mas também pelos sociais. Com essas 5 dicas, a CONAQ se propõe a ajudá-lo nesse processo de inserção do seu produto no mercado consumidor. Em caso de dúvida ou de ajuda, não hesite em entrar em contato conosco.
APRENDA A AUMENTAR O PROCESSO QUÍMICO DA SUA EMPRESA: DA ESCALA LABORATORIAL PARA ESCALA INDUSTRIAL

Não sabe como ampliar a escala do seu negócio? Termine esse artigo sabendo todas as estratégias e como saciar cada necessidade existente em cada etapa Com o aumento de novos empreendimentos e novas ideias, a mudança de produção de pequenas para largas escalas tem tido um grande foco no mercado. O aumento de escala de processos químicos apresenta desafios tanto por questões de engenharia e segurança, como por questões econômicas. Para além da experiência de um engenheiro, este tipo de projeto requer conhecimentos técnicos mais aprofundados. Por exemplo, para o caso de um reator em que há uma mistura, deve-se levar em conta um fator importante que é a transferência de massa do processo e as reações químicas que ocorrem dentro dele. Parâmetros como condições operacionais, propriedades físicas dos componentes da mistura, design do reator e velocidade de agitação podem alterar a eficiência do processo na mudança de escala. Isso porque esses e outros parâmetros podem influenciar na superfície de contato ideal entre os componentes e, por consequência, diminuir o rendimento e a seletividade, e aumentar a concentração de impurezas na mistura. Isso tudo pode acarretar um custo maior de produção. Métodos de Ampliação de Escala Método fundamental: É um dos métodos utilizados para sistemas mais simples. Como análise principal, são utilizadas as equações de transferência de calor, massa e momento. Por exemplo: Para o aumento de escala de células imobilizadas. Método semi-fundamental: Similar ao método fundamental, essa técnica utiliza equações mais simplificadas de modo a evitar inconvenientes com as equações de transferência de momento. Esse método é utilizado para alguns tipos de reatores. Análise dimensional: É feita ajustando parâmetros adimensionais constantes de um sistema durante a ampliação. Manutenção de um parâmetro: Se faz a manutenção de um parâmetro do processo de modo a manter o seu rendimento, como por exemplo a manutenção da transferência de oxigênio em tanques agitados. Tentativa e erro: Após o estabelecimento das condições do processo em escala laboratorial, busca-se determinar as condições ideais em um equipamento de maior capacidade de modo a reproduzir os resultados obtidos. Por tentativa e erro, repete-se o processo até atingir a escala industrial desejada. Se você procura otimizar o seu processo e dimensionar equipamentos para uma produção industrial, saiba mais sobre nossos serviços de Layout e Dimensionamento e Otimização de Processo. Artigo produzido por Juliana Neves
BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO: VANTAGENS PARA OS NEGÓCIOS

As Boas Práticas de Fabricação (BPF) abrangem um conjunto de medidas, que devem ser adotadas pelas indústrias de alimentos e pelos serviços de alimentação, a fim de garantir a qualidade sanitária e conformidade dos alimentos com os regulamentos técnicos. Essas medidas descrevem e orientam quaisquer atividades que abrangem o meio produtivo e o processamento dos produtos, incluindo a saúde dos funcionários e sua higiene pessoal. Devido ao crescimento de indústrias do setor alimentício no Brasil e seu grande impacto na economia, a fiscalização desses estabelecimentos, especialmente sobre as boas práticas de fabricação, vem se tornando um dos principais documentos passíveis de fiscalização. Como consequência disso, o manual se torna um item obrigatório a maioria desses segmentos alimentícios, sendo sujeito à multa pela ANVISA. Aqui estão alguns problemas comuns que podem ser EVITADOS e SOLUCIONADOS com o auxílio dessa importante ferramenta: Contaminação cruzada: Evita o contato da matéria-prima possivelmente contaminada com o produto em questão. Melhora Na saúde dos manipuladores: Diminui a ausência de funcionários enfermos, prezando pela higiene, e consequentemente aumentando a produtividade da sua empresa. Diminuição dos desperdícios: Com a boa aplicação das medidas diminui-se consideravelmente os desperdícios de matéria-prima e há um aumento do rendimento do processo. Otimização de processos: Quando se tem tudo bem documentado e explicado fica muito mais fácil ensinar a um novo funcionário como funcionam os procedimentos, deixando o aprendizado muito mais dinâmico e prático Aumento de vida útil: Etapas de um processo tomando as devidas medidas preventivas ajudam na elevação do shelf-life do produto. É importante ressaltar que mais do que uma obrigação legal, o BPF deve ser um guia para o dia a dia da sua empresa, garantindo assim a qualidade da produção e permitindo a melhoria constante. E aí, gostou das dicas e quer evitar esses tipos de problemas dentro do seu estabelecimento? Entre em contato conosco e saiba mais como podemos ajudá-lo! Artigo produzido por Pamela Baptista.
ENTENDA TUDO SOBRE OS DIFERENTES TIPOS DE AÇÚCAR

Em meio a tantas opções e variedades, o que devo saber sobre cada tipo de açúcar para escolher o mais adequado ao meu produto a ao meu público? O açúcar é um carboidrato simples, ou seja, facilmente digerido pelo organismo. Por ser um carboidrato de rápida absorção, libera energia para o organismo e eleva os níveis de glicose (e consequentemente de insulina) na corrente sanguínea rapidamente. Ainda hoje em dia o tipo de açúcar mais utilizado e consumido no Brasil é o açúcar refinado, principalmente por ser o mais acessível e o mais comum de ser encontrado. Esse tipo de açúcar conhecido por ter grãos finos e bem brancos, e isso ocorre pois no momento da fabricação são adicionados produtos químicos (geralmente o enxofre), acarretando uma perda de vitaminas e sais minerais tornando-o pouco nutritivo e saudável. De maneira geral o açúcar refinado prejudica o organismo agravando problemas de saúde (diabetes, hipertensão, cáries, gordura corporal), e por esse motivo ele tem sido visto como um grande vilão da alimentação. Contudo, existem outros tipos de açúcares que podem substituir o açúcar refinado. A diferença entre os tipos de açúcar a seguir está basicamente em seus processos de refinação. Legenda: Cada tipo de açúcar tem suas características e benefícios . Açúcar orgânico: o grande diferencial deste tipo de açúcar é que em nenhuma etapa do ciclo de fabricação são utilizados aditivos ou agrotóxicos, sendo considerado a opção mais saudável e natural. Tem grãos mais grossos e mais escuros (preservando nutrientes), porém é mais caro que o refinado. Açúcar mascavo: este açúcar não passa pelo processo de branqueamento e adição de conservantes, com isso conserva todos os sais minerais e vitaminas. Também por conta disso é um açúcar de aparência escura e de sabor forte (é extraído do cozimento do caldo da cana). É muito recomendado por nutricionistas por possuir mais nutrientes e ter um preço acessível. Açúcar demerara: é bem parecido com o mascavo quando comparado processo de produção, porém o demerara é levemente refinado. Os nutrientes são mantidos pois não tem aditivos químicos e os grãos têm aparência marrom-claro. Possui um sabor intenso sem alterar o sabor dos alimentos (diferentemente do mascavo), mas custa caro. Açúcar de coco: produzido a partir do fluido das flores da palma do coco, não passa por nenhum processo de refinamento nem adição de conservantes químicos. Por isso, tem alto valor nutricional e um baixo índice glicêmico (não ocasiona altos picos de insulina, prejudiciais à saúde). É um açúcar que pode até ser consumido por diabéticos, porém possui um preço alto em relação ao refinado por exemplo. Açúcar cristal: possui as mesmas propriedades do açúcar refinado, a diferença está nos seus grãos que são bem maiores e mais transparentes. Stévia: é um adoçante natural que tem origem de uma planta nativa da América do Sul, Stevia Rebaudiana. Auxilia a controlar os índices glicêmicos e seu sabor é mais doce que o açúcar refinado. Pode ser utilizado “in natura” ou em adoçantes industrializados. Xilitol: é um adoçante natural extraído de fibras de vegetais. Sua aparência e sabor são semelhantes ao açúcar refinado, porém é 40% menos calórico e possui um baixo índice glicêmico (o índice do açúcar refinado é em torno de 65 enquanto do xilitol é 7). Não é tão comum de ser encontrado em supermercados, é mais comum em locais de produtos naturais, e acaba tendo um preço mais caro. Outra opção que pode ser utilizada para adoçar receitas é o mel, uma substância obtida a partir do néctar das flores e altamente nutritivo (poder antioxidante e antiinflamatório), além de ter um um índice glicêmico menor que o do açúcar. Em questão de calorias, é bem semelhante ao açúcar comum, e seu sabor também pode alterar o sabor de certas receitas, mas é um boa alternativa para adoçar. Legenda: O mel é uma das alternativas de substituição do açúcar. (Foto Shutterstock) Portanto, sabendo as características das diferentes opções de açúcar e adoçantes, fica mais fácil para você escolher qual a melhor opção de utilizar na sua receita avaliando valor nutritivo, preço e sabor. No entanto, é importante não consumir em excesso, sendo interessante também buscar outras alternativas, como o mel. Sua escolha deve ser feita focando no propósito do seu produto e em quem vai consumi-lo, para que esteja sempre alinhado com as tendências do mercado. Artigo produzido por Larissa Abrahão Boing
COMO A EMBALAGEM AFETA NA VIDA ÚTIL DO ALIMENTO?

A embalagem é a envoltura que faz propaganda do seu produto, possibilita uma melhor qualidade no transporte e defende os produtos contra agentes externos. Mas será que ela só serve para isso? O que muitos não sabem, é que ela também pode aumentar a vida útil, a vida de prateleira e a durabilidade dos seus produtos, possibilitando assim que eles fiquem por mais tempo e com mais qualidade no mercado. Muitos fabricantes fazem testes de qualidade e vida útil dos seus produtos, porém, nem todos pensam que estes serão expostos ao sol, calor, umidade, entre outras condições que influenciam negativamente nesses fatores, fazendo perder competitividade no mercado. Com uma embalagem adequada, além de preservar suas características e durabilidade, é possível ocorrer um aumento dessa vida útil, aumentando assim a adesão dos clientes para com esses produtos. Pois preservando o sabor e qualidade a demanda por esse alimento irá crescer consequentemente. Mas como usar a embalagem a seu favor? Há diversos tipos de embalagens e alguns produtos precisam de embalagens específicas, nem todos os alimentos podem usar o mesmo tipo de embalagem. Veja a seguir alguns tipos diferentes e como cada uma afeta seu produto: Embalagens Escuras Este tipo de embalagem é muito utilizado em produtos sensíveis a luz (exemplo: salgadinhos, chocolates, entre outros). Elas protegem os produtos contra os efeitos dos raios solares, evitando assim a perda das características dos produtos, e a pouca durabilidade destes na prateleira.E consequentemente com a escolha adequada ,acarreta-se o aumento da vida útil. Um exemplo clássico desse tipo de embalagem é o alumínio, muito utilizado em produtos ácidos. Embalagens a Vácuo Neste tipo de embalagem, é utilizado um selador a vácuo que retira todo o ar dentro da embalagem, impedindo o desenvolvimento de microorganismos, bactérias e fungos que prejudicam e estragam o seu produto. São muito utilizadas nas embalagens de carnes, queijos, embutidos e grãos. Essa embalagem é bastante utilizada pois facilita no transporte, aumenta a vida útil em até dez vezes, conserva o produto e tem uma ótima barreira contra o odor. Embalagens Tetra Pak Geralmente utilizada nas indústrias de leites e laticínios. Ela é composta por três partes: Papel-cartão, polietileno e folha de alumínio; Estes protegem contra a umidade, os efeitos do oxigênio e da luz, mantendo todas as características presentes nos produtos. .Embalagens de vidro As embalagens de vidro tem uma grande durabilidade e resistência, além de acrescentar um elevado valor estético ao produto por ela utilizado. Pelo fato do vidro ser uma material inerte, ele se torna ideal para armazenar qualquer tipo de substância, é principalmente utilizado em conservas e bebidas alcoólicas, entre outros. A escolha inadequada das embalagens afetam diretamente na conservação dos produtos, fazendo com que eles tenham sua vida útil reduzida. Se você está cansado desses problemas, ou se você quer aumentar a qualidade e durabilidade do seu produto. Para descobrir qual a embalagem ideal para o seu produto, clique aqui!
EDULCORANTES: UMA ALTERNATIVA PARA A REDUÇÃO DO AÇÚCAR

Edulcorantes são substância naturais ou artificiais que possuem a função de conferir um sabor doce aos alimentos. Desse modo, eles são usados para substituir os açúcares em formulações. Existem dois macros grupos para classificá-los, os sintéticos e os naturais. Os naturais são extratos vegetais modificados quimicamente para intensificar o sabor doce. Nessa categoria estão presente a sacarose, a glicose, a lactose, a frutose, o xilitol e o açúcar invertido. Já os sintéticos são produtos não-calóricos que fornecem um forte sabor doce. São classificados com sintéticos o acessulfame-k, o aspartame, os ciclamatos e a sacarina. Aqui cabe algumas observações: a sacarina e os ciclamatos são proibidos em alguns países, sendo o primeiro no Canadá e o segundo nos Estados Unidos. Além do mais, o aspartame, por ser constituído pelo metil-éster-fenilalanina e pelo ácido I-aspártico, não deve ser consumido por quem possuir fenilcetonúria, já que essas pessoas não metabolizam o aminoácido fenilalanina. Dessa maneira, a legislação obriga que os alimentos que possuem aspartame tragam no rótulo “CONTÉM ASPARTAME”. Também há a possibilidade de classificar os edulcorantes em outros dois grupos compostos somente por substâncias que não aumentem consideravelmente os níveis de açúcar no sangue: os nutritivos e os não nutritivos. Esses edulcorantes são indicados para as pessoas que sofrem de diabetes, hipertensão, cardiopatias e obesidade. Os nutritivos possuem um sabor doce inferior ou igual a sacarose, sendo que esses dois possuem um valor calórico semelhante. Além disso, eles conferem viscosidade e textura aos alimentos, influenciando na cristalização e no crescimento microbiológico. Em relação ao índice glicêmico, os nutritivos possuem um bem menor que os açúcares simples. Dentro dessa classificação encontram-se o maltitol, o sorbitol, o xilitol e o isomalte. Os não nutritivos são substâncias que apresentam um sabor doce muito maior que a sacarose. Eles possuem um alto valor calórico, entretanto, por serem utilizados em pouco quantidade – devido ao seu potente sabor doce -, representam um zero técnico quanto a quantidade de calorias na aplicação final. Aqui entram a taumatina, a Estévia (glicosídeos de esteviol), a Sucralose, o Aspartame e o Acessulfame-K. Antigamente, a indústria não tinha muitas opções para substituir o açúcar tradicional, sendo algumas delas bastante desagradáveis em termos sensoriais, causando uma baixa aceitação por parte do consumidor final. Porém, os novos estudos e as novas tecnologias permitiram o desenvolvimento de versões Zero Açúcar com ótima aceitação sensorial. Com o aumento da procura por alimentos saudáveis, a indústria está investindo em edulcorantes naturais e saudáveis, como a Estévia, em detrimento de alguns adoçantes artificiais. Caso possua interesse de inserir esse aditivo na sua formulação ou, simplesmente, de aprender mais sobre os edulcorantes, entre em contato conosco que ficaremos contentes em ajudar!
O QUE É KOMBUCHA?

Chá, açúcar, leveduras e bactérias: a diferente combinação da bebida probiótica que pode fazer a diferença na sua vida! Entenda de uma vez por todas o que é o Kombucha e quais benefícios ele pode trazer à sua saúde. Kombucha é uma bebida feita de chá (geralmente chá preto ou chá verde) adoçado, fermentada com culturas de leveduras e bactérias. O processo de fermentação ocorre em função do SCOBY, Symbiotic Culture Of Bacteria and Yeast, ou, em português, Cultura Simbiótica de Bactérias e Leveduras, uma espécie de disco gelatinoso composto por 13 tipos de colônias de bactérias e leveduras. Entre elas, estão as bactérias que produzem ácido acético, acetobacter, e diferentes tipos de leveduras usadas na produção de vinhos, cervejas e pães, do gênero Saccharomyces. Mas… como este processo ocorre? Calma, é bem simples: as leveduras transformam o açúcar do chá em álcool e as bactérias convertem o álcool em ácido acético conferindo o sabor “azedinho” característico do Kombucha. Apesar de se tratar de uma fermentação alcoólica, os teores de álcool da bebida são de 0,3% – 1%, semelhante ao teor produzido naturalmente pelo nosso organismo no processo da digestão da glicose. O resultado é uma bebida considerada não alcóolica, energética, mas de baixo teor de carboidratos e cheia de nutrientes, como vitaminas do complexo B, C e aminoácidos essenciais. Quais os benefícios de consumir Kombucha? O consumo regular de Kombucha melhora o funcionamento do intestino e previne infecções, por se tratar de uma bebida probiótica que equilibra a flora intestinal (podendo atuar como laxante natural se consumido em grandes quantidades). Ela também equilibra o pH do sangue, fortalece o sistema imunológico, possui ação desintoxicante e previne o envelhecimento precoce, por ser rico em antioxidantes e se ligar a moléculas tóxicas do organismo estimulando sua liberação através da urina. Além disso, contribui para a redução do estresse, dor de cabeça, insônia, normalização da pressão arterial e estudos recentes relacionam o consumo do Kombucha com a prevenção do diabetes, câncer e combate a gastrite, por atuar eliminando a bactéria H. Pylori. Não é toa que esta bebida é conhecida pelos orientais como o elixir da longa vida! E mais… a produção de Kombucha pode facilmente ser feita em casa e diferentes tipos de chás podem ser utilizados na primeira fermentação. Para dar um sabor mais agradável a bebida, é possível realizar uma segunda fermentação com sucos de frutas e gengibre, resultando em um sabor final semelhante ao de um refrigerante, porém muito melhor por ser natural! Se interessou pelo assunto? Gostaria de produzir e quem sabe até vender seu Kombucha? Entre em contato conosco e saiba mais!Se tiver alguma dúvida ou comentário sobre o artigo, nos escreva abaixo na caixa de comentários. Artigo desenvolvido por Thais Martins
O QUE SÃO OS PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRÃO?

Você já se perguntou o porquê de seus produtos não serem iguais uns aos outros? Por que um lote durou tanto e o outro durou tão pouco? Por que uma fornada saiu mais gostosa que a outra? Diversos são os fatores que podem alterar o resultado final de um produto: quantidade, qualidade e principalmente o processo de fabricação podem causar resultados completamente diferentes. Uma solução para essas alterações é padronizar a produção através de um Procedimento Operacional Padrão (POP) para evitar a divergência nos processos. O POP é um documento responsável por padronizar toda tarefa repetitiva existente na sua empresa. Assim, por nome, o POP parece algo bastante complexo, mas não é, veja: O que é um POP? Como já foi dito, o POP explica passo a passo todas as tarefas repetitivas de uma empresa. Ele faz parte do Manual de Boas Práticas de Fabricação (BPF), um documento mais abrangente que segue critérios estabelecidos pela Anvisa para garantir que o produto atinja os padrões de qualidade e segurança estabelecidos por lei. Existem desde procedimentos padrões para lavar as mãos até procedimentos para elaborar o produto em si. Apesar de levar no nome o “padrão”, o documento não é padronizado para qualquer empresa. Cada lugar possui sua própria rotina, hábitos e necessidades, portanto o “padrão” só existe para se adequar ao seu produto, nunca deve ser copiado de outro. Qual a utilidade de um POP? Ao padronizar um processo, diversas vantagens são adquiridas; a principal delas é a uniformidade no produto, pois dessa forma não importa quem, quando ou onde irá fazer, essa pessoa seguirá os mesmos passos das outras para produzir o mesmo produto e assim você poderá vendê-lo sem decepcionar seu cliente com mudanças inesperadas. Além disso, outras vantagens proporcionadas por um procedimento padrão podem ser vistas a seguir: – Aumento da validade; – Aumento da qualidade; – Redução de desperdícios; – Diminuição de acidentes; – Facilidade no treinamento de novos funcionários. Como fazer um POP? Apesar de um documento oficial da empresa, o POP deve ser bastante acessível a todos os funcionários, devendo estar de acordo com o nível de compreensão dos mesmos para evitar erros de comunicação. Além disso, o documento pode ser bastante visual, utilizando-se de imagens coloridas, fluxogramas e checklists para torná-lo mais claro e didático para utilização. No arquivo devem constar: – Nome do procedimento; – Local e validade; – Objetivo; – Referências; – Procedimentos Específicos; – Responsável técnico pela fiscalização da aplicação. Lembra-se dos seus produtos irregulares? Um simples POP pode resolver! Padroniza a produção, facilita a instrução de funcionários e permite a sua expansão como empresa. Quer saber mais sobre BPF? Continue lendo: “Saiba os benefícios das boas práticas de fabricação”. Sente-se preparado para um passo mais além? Entre em contato conosco! A CONAQ oferece serviços de elaboração de BPF, incluindo os POPs, e pode te ajudar a alavancar seu negócio! Artigo produzido por Mariana Dal Farra.
ALIMENTOS TRANSGÊNICOS: O QUE SÃO E QUAIS SEUS RISCOS

Todo alimento que teve seu DNA modificado pela inserção de um gene de outra espécie pode ser chamado de transgênico, podendo ainda ser reconhecido como organismo geneticamente modificado (OGM). Tal tecnologia já é permitida, no Brasil, há mais de 2 décadas, e é responsável por quase 100% da nossa produção de soja, milho e algodão – segundo relatório do Serviço Internacional para Aquisição de Aplicações de Agrobiotecnologia (ISAAA). É fato que essa ferramenta expandiu a economia e a agricultura, mas será que sua implantação não requereria mais análises de risco? Estariam todos os transgênicos corretos perante à legislação? A polêmica e os riscos Tanto para ambientalistas, quanto para a maioria dos consumidores, os efeitos dos transgênicos são preocupantes, a ponto de os configurar como vilões muitas vezes. Esses alimentos já foram chamados de comida de proveta e até receberam o termo pejorativo de Frankenfoods. Isso mesmo, vem de Frankenstein, traduzindo essa insegurança em relação ao que ainda não conhecemos sobre esses alimentos. Ademais, já foram inseridos no contexto de medos contemporâneos como malformação fetal, câncer e mutação. O que, de fato, sabemos é que os transgenes podem estimular desequilíbrios fisiológicos nas plantas, causando efeitos alergênicos, tóxicos e de intolerância em quem consome tais plantas. Além disso, não temos noção do efeito da transgenia no nosso metabolismo, porque não temos como prever se haverá geração de novos compostos, ou ainda, modificação na concentração de algum composto naturalmente presente nos nossos processos bioquímicos. Sobre efeitos em gerações futuras, ou depois de décadas de consumo, não podemos concluir nada em sua totalidade, visto que a tecnologia é relativamente recente para ser estudada nessa perspectiva. No âmbito ecológico, as consequências tomam proporções maiores. Culturas que são resistentes a herbicidas podem acabar polinizando espécies nativas próximas, transferindo o gene da resistência, assim como plantas resistentes a um vírus específico podem estimular novas variantes do mesmo, ou ainda, fazer com que esse vírus seja obrigado a buscar um novo hospedeiro. Nosso país, por possuir uma biodiversidade única, é muito vulnerável à agressividade do cultivo de transgênicos, considerando-se a quantidade de plantas silvestres e nativas. Interesses por trás de tudo Como visto, faltam dados científicos para conclusões a respeito e, mesmo assim, o cultivo comercial já está liberado. Além disso, argumentos muito falhos foram utilizados para justificar a necessidade dos OGM, como, por exemplo, a necessidade de aumentar a produção agrícola para erradicar o problema da fome. Porém, é de senso comum que o problema da fome se concentra na distribuição de alimentos para a população, e não na quantidade. Na verdade, a vantagem é das multinacionais, as quais possuem as patentes das sementes, dominando esse mercado, assim como toda a agricultura familiar, através da inserção de relações capitalistas de dependência. O triângulo amarelo com a letra “T” Nesse cenário de incertezas e discussões, é necessária a existência de mecanismos que possibilitem a segregação dos organismos que são modificados, daqueles que não são. Daí a importância da rotulagem, prevista no Código de Defesa do Consumidor. Com o intuito de informar o consumidor sobre a quantidade, a qualidade e a composição dos alimentos disponíveis para consumo, os rótulos também permitem que o alimento seja rastreado até a sua origem em caso de qualquer problema. Eles não só garantem segurança alimentar e biovigilância, mas também são um diferencial de marketing de um alimento para outro, gerando a concorrência entre os produtores. O Brasil, sendo o segundo maior produtor de transgênicos no mundo, deve à população a informação através do símbolo – um triângulo amarelo com a letra “T” preta – nos alimentos, apesar de inúmeras tentativas da flexibilização de sua obrigatoriedade. O que isso tudo tem a ver com a CONAQ? Nós, como consultores experientes nesse assunto, podemos te ajudar a produzir alimentos com a segurança alimentar que os seus clientes merecem. Se você ficou com alguma dúvida ou deseja saber mais sobre a adequação legislativa dos transgênicos e sobre sua rotulagem específica, clique aqui, e entre em contato com a gente. Se tiver alguma dúvida ou comentário sobre o artigo, nos escreva abaixo na caixa de comentários. Artigo Desenvolvido por Roberta Steil