TECNOLOGIAS NÃO TÉRMICAS NO PROCESSAMENTO DE ALIMENTOS
Precisa de novas formas para processar seu alimento sem perder suas principais características? Confira 5 novas tecnologias que substituem as altas temperaturas na produção de alimentos. Os sistemas mais comuns de processamento de alimentos envolvem tratamentos térmicos, como pasteurização e esterilização, mas as elevadas temperaturas exigidas acabam prejudicando propriedades nutricionais e sensoriais (sabor, aroma e cor) do produto. Por isso, podemos ajudá-lo(a) a optar por uma tecnologia alternativa, na busca de evitar esses prejuízos. Neste artigo você encontrará 5 métodos não térmicos que podem ser utilizados para o processamento de alimentos: Alta Pressão Hidrostática A tecnologia de alta pressão hidrostática (HPP) pode ser utilizada para alimentos líquidos ou sólidos – embalados ou não – submetendo-os a altas pressões por curtos intervalos de tempo. A pressão inativa bactérias, fungos, leveduras e mesmo alguns esporos, e não destrói o alimento. Esse processo já é utilizado em diversos produtos, como molhos, sumos de frutas, patês, geleias, compotas, refeições prontas para comer, entre outros. Além de minimizar as alterações físicas e químicas do produto, conservando frescor, textura, qualidade nutricional, entre outros aspectos. Esse método também é vantajoso devido ao baixo tempo de processamento,entretanto, a maquinaria é complexa e requer alto investimento. Impregnação por vácuo A impregnação por vácuo é um processo utilizado em alimentos porosos, como frutas e vegetais. Ela consiste na aplicação de vácuo sobre o produto por um determinado período de tempo, que permite a abertura dos poros do alimento sem a sua degradação, diferentemente da abertura de poros por cozimento, por exemplo. Esse processo é bastante útil por permitir a introdução de compostos aos alimentos, como aditivos, enriquecendo-os com vitaminas e sais minerais, por exemplo, sem que ocorram grandes alterações indesejáveis nas propriedades como sabor, cor, textura e aroma. Também é uma boa opção para carnes e temperos, sendo uma técnica inovadora no trabalho com novos sabores, mantendo a textura original dos alimentos. Além disso, esse processo intensifica qualidades nutricionais e é de aplicação simples. Desidratação osmótica A desidratação osmótica é um método de preservação de reconhecida qualidade, bastante utilizado em frutas, vegetais e carnes. O procedimento consiste na imersão do produto em uma solução de sais, ocorrendo a transferência de água do alimento para a solução e a transferência simultânea do soluto desejado para o produto. A partir da desidratação, essa técnica reduz os níveis micróbios do alimento, já que a quantidade de água em um alimento é fator decisivo para sua durabilidade. Além disso, esse procedimento também proporciona produtos com valor nutricional concentrado, compactos e fáceis de transportar – pois após a aplicação desta tecnologia, os produtos apresentam aparência seca. No entanto, uma possível desvantagem é a grande produção de efluente quando a solução osmótica não é reutilizada. Luz Ultravioleta Em uma faixa de comprimentos de onda específica (de 200 a 280 nm), a luz ultravioleta tem potencial germicida, portanto a aplicação de raios UV-C é uma alternativa para a redução da contaminação. Esta é uma opção geralmente aplicada para superfícies e embalagens, mas que também pode ser aplicada a líquidos e alguns ingredientes, dependendo da capacidade de penetração da luz no produto. Esta técnica é bastante prática e permite descontaminar produtos sem alterar propriedades como cor, sabor, pH e composição nutricional, sendo uma boa alternativa ao uso de produtos químicos. Além disso, a manutenção é econômica. Entretanto, é necessário o estudo para a determinação das doses de radiação, visto que doses muito baixas ou muito altas podem não ser efetivas, e produtos mais escuros dificultam o processo. Pulsos elétricos O processo de campo elétrico pulsado é uma nova tecnologia, que envolve a aplicação de alta voltagem (20 a 80 kV/cm) a alimentos. Dando “choques” nos microrganismos, é capaz de destruí-los, dependendo de alguns parâmetros – como a intensidade do pulso, tempo e características do produto. Esse é um método de tratamento rápido, eficiente em produtos líquidos, como leite, mantendo suas características sensoriais. No entanto, não é indicado para alimentos com alta condutividade elétrica ou com bolsas de ar – como marshmallows e morangos. Os métodos citados para o tratamento térmico estão disponíveis para inovar no processamento e melhorar a qualidade e a vida útil dos seus produtos. Tem interesse pelo assunto e quer saber qual se adequa mais ao seu caso? Entre em contato conosco e descubra como a CONAQ pode ajudá-lo com as novas tecnologias para alavancar seu negócio! Artigo produzido por Brenda Morais
COMO DIFERENCIAR A ROTULAGEM PARA ALERGÊNICOS?

Entenda que tipos de alimentos são considerados alergênicos e como diferenciá-los no rótulo no seu produto A alergia alimentar é uma reação que o sistema imunológico tem após detectar um alimento desagradável no organismo. Não há motivos conhecidos da origem das alergias, assim como não existe um período fixo para todas as pessoas a terem; algumas crianças quando chegam à fase adulta deixam de ter alergia, assim como há adultos que não apresentavam sintomas na infância. Os sintomas mais comuns são inchaço na região do rosto, dores no estômago, espirros, dificuldade de respirar, entre outros. Diversos alimentos podem causar alergia, porém 90% dos casos é causada por trigo, ovos, leite, nozes, peixes, castanhas, soja, amendoim e frutos do mar. Mesmo tendo esses alimentos conhecidos, segundo o Departamento Científico de Alergia de Alimentos da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), a única maneira eficiente de evitar desconfortos causado por alergias é não ingerindo esses alimentos. Dessa forma, para que o consumidor não ingira esses alimentos alergênicos sem sua pretensão, cabe aos rótulos dos alimentos indicarem a existência deles em seus produtos. Não é apenas necessário, mas sim dever; em julho de 2015 a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) publicou uma norma que determina que fabricantes de alimentos e bebidas devem declarar nos rótulos informações claras sobre a presença de alimentos que são comumente associados a alergias alimentares. O que colocar no rótulo do meu alimento? Segundo a Resolução RDC n.º 26/2015 da ANVISA, os rótulos deverão informar a existência de 17 (dezessete) alimentos alergênicos: trigo, centeio, cevada, aveia e suas estirpes hibridizadas, crustáceos, ovos, peixes, amendoim, soja, leites de todas as espécies de animais mamíferos, amêndoa, avelãs, castanha-de-caju, castanha-do-brasil ou castanha-do-pará, macadâmias e nozes. Com isso, os derivados desses produtos devem trazer a informação das seguintes maneiras: “Alérgicos: Contém (nomes dos alimentos alergênicos)”; “Alérgicos: Contém derivados de (nomes dos alimentos alergênicos)”; “Alérgicos: Contém (nomes dos alimentos alergênicos) e derivados”. Assim, nos casos em que não for possível garantir a ausência de contaminação cruzada de alimentos, causada pelo processamento em equipamentos que estiveram em contato com ingredientes alergênicos, o rótulo deve apresentar a seguinte declaração: “Alérgicos: Pode conter (nomes dos alimentos alergênicos). De acordo com a resolução, esses avisos devem estar agrupados imediatamente após ou logo abaixo da lista de ingredientes e com caracteres legíveis, em caixa alta, negrito e cor contrastante com o fundo do rótulo, para que o consumidor identifique o alimento alergênico facilmente e consiga entender se está presente, ausente ou apenas derivados. Você possui um produto alimentício mas não sabe como fazer a rotulagem dele? Saiba a importância da sua rotulagem estar de acordo com a ANVISA e entre em contato conosco para elaborarmos uma rotulagem para o seu produto! Artigo produzido por Maria Clara Caldas Duda
COMO MANTER A QUALIDADE DOS PRODUTOS A GRANEL

Com essa grande tendência de venda de produtos a granel, é importante se atentar sobre a procedência desses alimentos Tratando-se das vantagens dos produtos a granel, sabemos que sustentabilidade e economia são feitos positivos. Mas há, ainda, quem opte por tais produtos como uma forma de garantir itens frescos e sem conservantes. Com a tendência de crescimento desse tipo de negócio, é importante definirmos critérios de qualidade para escolhermos o local de compra. Por isso, separamos algumas dicas para te auxiliar na hora de selecionar a melhor opção. Higiene do local Em primeiro lugar, uma das formas mais simples de se avaliar qualquer estabelecimento é observar a limpeza do chão, das prateleiras e dos banheiros, além do estado dos recipientes onde se encontram os produtos. Esses potes – normalmente de acrílico – onde os produtos são acondicionados, devem ser transparentes e bem higienizados, sendo que seu manuseio deve ser realizado por funcionários que utilizem touca, luvas e um uniforme em bom estado. Estoque Nas lojas, o cliente escolhe sem ter contato com os produtos e, mesmo assim, podemos nos atentar ao tamanho dos estoques e ao modo como é feita a reposição, que nos dizem muito sobre a qualidade e conservação dos produtos a granel. Grandes estoques podem significar ganho no preço para os donos do local, que ficam totalmente dependentes da demanda, sem que haja uma preocupação em dispor de alimentos sempre frescos para a freguesia. É interessante perceber que muitos empórios possuem dispensers, onde o sistema FIFO – first in, first out – garante que os alimentos que estão armazenados há mais tempo sejam despachados primeiro para os consumidores, ou seja, a reposição é feita por cima, enquanto que o alimento sai por baixo. Imagem ilustrativa para demonstrar como é o dispenser Conservação Quando falamos de produtos naturais, como gergelim, chia, linhaça e outros, disponíveis no mercado, temos alimentos ricos em nutrientes e que podem proporcionar diversos benefícios ao organismo quando consumidos diariamente. Porém, sua má conservação nos locais de venda pode ocasionar a perda da integridade e aumentar os riscos biológicos e químicos, como proliferação de bactérias, vírus e toxinas. Dessa forma, deixando o consumidor descrente dos benefícios. Produtos com mais de 10% de água em sua composição, como frutas secas, passas, ameixas, figos e tâmaras devem ser armazenados em frascos de vidro. Também devemos levar em consideração a época do ano, pois, quando submetidos a temperaturas contínuas acima de 24ºC, as farinhas, os cereais, o arroz integral e os produtos orgânicos – produtos sem nenhum conservante químico ou uso de pesticidas ou de radiação – devem ser mantidos em local fresco e seco. Mesmo com todos esses cuidados, pode acontecer de aparecerem alguns “bichinhos” alguns dias após a compra. Isto é frequente no verão e não quer dizer que o que você comprou está impróprio para consumo, mas sim que algum inseto pode ter colocado um ovo durante o período de crescimento da planta e o mesmo só eclodir meses ou até anos depois em função do aumento da temperatura. Validade Como citado acima, produtos orgânicos não devem ser submetidos ao processo de irradiação, muito empregado pelas indústrias alimentícias para aumentar a validade de produtos não perecíveis. Para adeptos da alimentação saudável, é importante que esteja clara a informação, seguindo-se as normas da ANVISA, assim como a data de validade deve ser explícita em todos os alimentos vendidos pela loja de produtos naturais. Quer saber mais sobre padronização de produtos alimentícios ou sobre aumento de vida útil? Está pensando em começar seu próprio negócio nessa área e ficou em dúvida sobre a legislação? Venha conversar com a gente! A Conaq oferece uma série de serviços que podem te ajudar. Se tiver alguma dúvida ou comentário sobre o artigo, nos escreva abaixo na caixa de comentários. Artigo Desenvolvido por Roberta Steil
QUAL A DIFERENÇA DE CADA TIPO DE GORDURA NA SUA RECEITA?

Conheça os diferentes tipos de gordura e a importância de incorporar ingredientes que fazem o diferencial do seu produto. As gorduras ou lipídeos são moléculas orgânicas essenciais à vida, pois assim como os carboidratos são importantes fontes de energia, além de serem fundamentais na absorção de certas vitaminas pelo nosso corpo. Entre seus diferentes tipos, cada uma delas traz peculiaridades variadas quando empregadas nas receitas, assim sendo necessário conhecê-las juntamente às suas características, a fim de alcançar o produto desejado com excelência no final do processo. Vejamos as principais classificações das gorduras e alguns exemplos: Gorduras insaturadas: azeite de oliva, óleo de soja, milho, girassol, canola e algodão. Gorduras saturadas: manteiga, banha e óleo de coco. Gordura trans: margarinas sólidas. Considerando os tipos e exemplos, é importante atentar-se principalmente para as propriedades físicas de cada uma na hora de incorporá-las na receita, pois podem ser plásticas ou líquidas e possuem diferentes pontos de fusão (temperatura em que a gordura passa do estado sólido para o estado líquido). As gorduras plásticas são geralmente sólidas na temperatura ambiente e extremamente moldáveis. Já as líquidas correspondem aos óleos e azeites, totalmente líquidos na temperatura ambiente. Essas particularidades devem ser levadas em conta quando se buscam produtos mais densos ou aerados, macios ou flexíveis, saborosos e com textura. Algo muito positivo relacionado à utilização de lipídios é também a possibilidade de aumento de vida útil dos produtos em certas vertentes alimentares, por exemplo na panificação, pois não há interação desse ingrediente com a água. Assim, esses produtos mais gordurosos têm suas características sensoriais preservadas por mais tempo, sem a perda de sabor ou textura. Percebemos assim que diferentes tipos de gordura tem capacidades diferentes de interação com outros ingredientes da receita, promovendo resultados variados para cada finalidade. Por isso fique por dentro das características que garantem maior domínio das técnicas produtivas, e consequentemente, vão ajudar na excelência do sabor, textura, durabilidade e aspecto visual no produto final. Quer entender melhor como conservar seus alimentos? Leia nosso artigo: como a embalagem afeta na vida útil do alimento. Se tiver alguma dúvida ou comentário sobre o artigo, nos escreva abaixo na caixa de comentários. Artigo Desenvolvido por Bruna Oliveira Diretora de Marketing
TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE BEBIDAS PROBIÓTICAS

Nos últimos anos, vem crescendo a procura por produtos naturais e saudáveis, visando a redução de doenças. A seguir nós vamos te mostrar como as bebidas produzidas por organismos probióticos podem trazer tantos benefícios. O que são probióticos? Os organismos ou bactérias probióticas são organismos vivos que atuam, principalmente, no sistema digestivo e contribuem na redução de bactérias patogênicas (bactérias causadoras de doenças). Os probióticos podem ser utilizados na fabricação de bebidas fermentadas benéfica a saúde, como o leite, a kombucha, o vinagre de maçã, o iogurte e o kefir. Quais os benefícios do consumo de bebidas probióticas? As bebidas probióticas ou vivas podem ser ingeridas diariamente de modo a contribuir para a regulagem do açúcar no sangue, controlar a diabetes e garantir um bom funcionamento do intestino. Isso ocorre, visto que, esse tipo de produto apresenta vitaminas, enzimas e ácidos, além de possuir características antioxidantes. Essas propriedades e benefícios apresentados permitem que o sistema imunológico seja fortificado e, assim, gripes ou resfriados tornam-se menos propícios a aparecer. Há também uma melhora no metabolismo, o qual afeta diretamente a disposição e, também, é possível observar uma melhora na pele e no humor. Tipos de bebidas probióticas: Leite Fermentado: Atua diretamente na flora intestinal e seu consumo diário pode equilibrar o sistema digestivo e fortalecer o sistema imunológico; Kombucha: Feito a base de chá (preto ou verde), essa bebida contribui, principalmente, na disposição energética e atua também na flora intestinal; Vinagre de Maçã: Além de temperar, pode-se beber diariamente, colaborando para o bom funcionamento do intestino, o controle da diabete e da pressão alta; Iogurte: Contribui para a prisão de ventre, pressão alta e, também, com os ossos; Kefir: Parecido com o Iogurte, esse produto é cheio de antioxidantes e possui uma quantidade elevada de probióticos. Como podemos observar, as bebidas probióticas apresentam grandes benefícios à saúde e, segunda a EMBRAPA, os alimentos derivados dessa bactéria tem apresentado um crescimento no mercado e assim nota-se a importância em diversificar os produtos ofertados. Ficou curioso e quer saber mais? Entre em contato com a gente que faremos questão de ajudar! Ou se preferir, nosso site está repleto de ensinamentos e referências para contribuir no seu negócio! Se tiver alguma dúvida ou comentário sobre o artigo, nos escreva abaixo na caixa de comentários. Artigo Desenvolvido por Letícia Marques
DESCUBRA OS MALEFÍCIOS DA FARINHA BRANCA

Se você produz alimentos como massas, bolos, pães e biscoitos e está considerando substituir a farinha branca, entre em contato conosco. Encontraremos a melhor forma de adaptar sua receita para um produto mais saudável e nutritivo. Faça a escolha certa para a sua saúde e a de seus clientes!
TUDO SOBRE A PROTEÍNA TEXTURIZADA DE SOJA PTS

Conhecida por ser frequentemente utilizada para substituir a carne moída em produtos veganos ou vegetarianos, saiba quais suas vantagens e benefícios da proteína texturizada de soja. A proteína texturizada de soja é um resíduo obtido na produção do óleo de soja. Por ser produzida industrialmente, é apenas possível comprá-la em mercados ou em fábricas. Ela pode ser encontrada vindo de dois processos diferentes: 1) Fiação: na qual chega a apresentar 90% de proteína em sua composição; 2) Extrusão termoplástica: a mais comum de ser encontrada no comércio, composta por cerca de 50% de proteína. Vale ressaltar que em ambos os processos a PTS possui índices proteicos maiores que a carne de origem animal, além de possuir maiores valores nutricionais como fibras, ferro, cálcio e ômega Outras vantagens que a proteína de soja proporciona é a redução do LDL (colesterol ruim), combate à diabetes e redução da possibilidade do desenvolvimento de câncer do endométrio e da mama em mulheres. Sendo um alimento de origem 100% vegetal e por apresentar características necessárias para o funcionamento do corpo humano, a proteína texturizada de soja é constantemente incorporada em outros alimentos que normalmente são compostos por carne. Além disso, seu aspecto granulado semelhante ao da carne moída contribui para esta substituição. É possível trocar a carne pela PTS em alimentos como: hambúrgueres, molhos, almôndegas e quibes, ou até inovar adicionando em saladas e massas. Relevância Crescente no Mercado: 1. Substituto Nutricionalmente Rico A proteína texturizada de soja é uma fonte de proteína completa, contendo todos os nove aminoácidos essenciais, tornando-se uma alternativa ideal para vegetarianos, veganos e aqueles que buscam reduzir o consumo de carne. 2.Sustentabilidade A produção de proteína de soja requer menos recursos naturais, como terra e água, em comparação com a produção de carne. Além disso, contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa, sendo uma escolha mais sustentável para os consumidores conscientes. 3.Versatilidade na Culinária A proteína texturizada de soja pode ser utilizada em uma ampla variedade de pratos, desde substitutos de carne em hambúrgueres e almôndegas até recheios de tacos e molhos de massas, oferecendo uma alternativa versátil e saborosa. 4. Acessibilidade Econômica Em comparação com muitas fontes de proteína animal, a proteína de soja é geralmente mais acessível, tornando-a uma opção econômica para consumidores conscientes do orçamento. Tendências de Crescimento: 1. Expansão do Mercado Vegetariano e Vegano Com um número crescente de pessoas adotando dietas vegetarianas e veganas, espera-se que a demanda por proteína texturizada de soja continue a crescer, impulsionando o desenvolvimento de novos produtos e inovações na indústria alimentícia. 2. Preocupações com a Saúde À medida que mais pessoas buscam uma alimentação saudável e equilibrada, a proteína texturizada de soja se destaca como uma opção com baixo teor de gordura e rica em nutrientes, alinhada com as tendências de saúde e bem-estar. 3. Maior Conscientização Ambiental Com a crescente preocupação com as mudanças climáticas e a sustentabilidade ambiental, espera-se que mais consumidores optem por alternativas de proteína de origem vegetal, impulsionando ainda mais a demanda por proteína texturizada de soja. Dessa forma, é visível que a proteína texturizada de soja é um alimento o qual tem tendência a ser procurado pelo público não só vegetariano e vegano, mas também por quem procura alternativas mais saudáveis em sua alimentação. Sendo assim, saiba porque você deve investir nesse ramo com potencial e tendência de crescimento! Esteja por dentro de como o mercado tem se comportado e como sair na frente.
A IMPORTÂNCIA DA SUA ROTULAGEM ESTAR DE ACORDO COM A ANVISA

Saiba como e porque se atentar as normas da ANVISA, regularizando corretamente o processo de rotulagem de seus produtos. Toda embalagem de alimentos necessita de um rótulo para transmitir informações essenciais para o seu consumo. A rotulagem de um produto alimentício é necessária para regularização e adequação do produto no mercado. Além disso, é uma forma de comunicação com o consumidor devido ao fato de indica a composição do alimento que será ingerido por ele. Por isso, a rotulagem é uma ferramenta que traz diversos benefícios tanto ao consumidor quanto ao produtor. Para o produtor, a rotulagem, se feita corretamente, pode ser utilizada para persuasão e alavancar as vendas do alimento, além de evitar multas, problemas com o consumo e regularizar o produto no mercado. A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é o órgão regulador que estabelece quais informações devem constar nos rótulos, como por exemplo indicar lista de ingredientes, quantidade, prazos de validade e etc. O órgão impõe suas normas de rotulagem padrão para maioria dos alimentos, porém existem algumas exceções que não são regulamentadas pela ANVISA, como por exemplo bebidas alcoólicas, especiarias, águas minerais naturais e outros. É importante destacar também que existem algumas informações proibidas de estarem no rótulo. Portanto, é preciso estar ciente em qual categoria o produto está inserido para realizar a rotulagem de forma correta, satisfatória e segura para os consumidores. Logo, para vender o produto no mercado é preciso estar adequado a essas normas impostas pelo órgão. Caso contrário, o produtor está suscetível a multas impostas pela ANVISA. Além disso, se houver alguma substância no alimento que não está explícito claramente no rótulo, pode acarretar em riscos graves à saúde do consumidor pois o cliente pode ter algum impedimento com determinada substância e acabar passando mal ao ingerir sem ser avisado no rótulo. Benefícios de uma rotulagem regularizada para o produtor Atualmente os consumidores estão tornando-se mais críticos, observando e comparando produtos antes de comprá-los para saber qual trará maior benefício. É evidente então que a satisfação do cliente relaciona-se diretamente com a qualidade do que estão consumindo. Um produto completo em informações e instruções em seu rótulo obtém vantagem sobre outro mais pobre em dados, ou seja, quanto melhor introduzida for a rotulagem, maior poder de persuasão o produto apresenta. Isso porque ajuda o consumidor preocupado com sua saúde a escolher qual produto comprar no mercado, garantindo-o a qualidade do que está comprando. Sendo assim, fica claro que a rotulagem, além de ser obrigatória na maioria dos produtos, se realizada de forma correta pode ser uma ferramenta essencial para alavancar as vendas e impulsionar seu negócio. Além disso, expor todas as informações nutricionais sobre o produto que está vendendo é uma forma do produtor encantar seus clientes e despertar um sentimento de confiança, tornando mais fácil sua fidelização à marca. Por isso, não deixe de regularizar seu produto no mercado, assim, evita multas impostas pela ANVISA e, ainda, torna seu produto mais competitivo no mercado. Gostou e quer entender melhor como a regularização da rotulagem ajuda seu negócio? Mais informações você encontra bem aqui. Se tiver alguma dúvida ou comentário sobre o artigo, nos escreva abaixo na caixa de comentários. Artigo Desenvolvido por Diego Simão GonçalvesAssessor de Gestão Interna
ENTENDA TUDO SOBRE OS DIFERENTES TIPOS DE AÇÚCAR

Em meio a tantas opções e variedades, o que devo saber sobre cada tipo de açúcar para escolher o mais adequado ao meu produto a ao meu público? O açúcar é um carboidrato simples, ou seja, facilmente digerido pelo organismo. Por ser um carboidrato de rápida absorção, libera energia para o organismo e eleva os níveis de glicose (e consequentemente de insulina) na corrente sanguínea rapidamente. Ainda hoje em dia o tipo de açúcar mais utilizado e consumido no Brasil é o açúcar refinado, principalmente por ser o mais acessível e o mais comum de ser encontrado. Esse tipo de açúcar conhecido por ter grãos finos e bem brancos, e isso ocorre pois no momento da fabricação são adicionados produtos químicos (geralmente o enxofre), acarretando uma perda de vitaminas e sais minerais tornando-o pouco nutritivo e saudável. De maneira geral o açúcar refinado prejudica o organismo agravando problemas de saúde (diabetes, hipertensão, cáries, gordura corporal), e por esse motivo ele tem sido visto como um grande vilão da alimentação. Contudo, existem outros tipos de açúcares que podem substituir o açúcar refinado. A diferença entre os tipos de açúcar a seguir está basicamente em seus processos de refinação. Legenda: Cada tipo de açúcar tem suas características e benefícios . Açúcar orgânico: o grande diferencial deste tipo de açúcar é que em nenhuma etapa do ciclo de fabricação são utilizados aditivos ou agrotóxicos, sendo considerado a opção mais saudável e natural. Tem grãos mais grossos e mais escuros (preservando nutrientes), porém é mais caro que o refinado. Açúcar mascavo: este açúcar não passa pelo processo de branqueamento e adição de conservantes, com isso conserva todos os sais minerais e vitaminas. Também por conta disso é um açúcar de aparência escura e de sabor forte (é extraído do cozimento do caldo da cana). É muito recomendado por nutricionistas por possuir mais nutrientes e ter um preço acessível. Açúcar demerara: é bem parecido com o mascavo quando comparado processo de produção, porém o demerara é levemente refinado. Os nutrientes são mantidos pois não tem aditivos químicos e os grãos têm aparência marrom-claro. Possui um sabor intenso sem alterar o sabor dos alimentos (diferentemente do mascavo), mas custa caro. Açúcar de coco: produzido a partir do fluido das flores da palma do coco, não passa por nenhum processo de refinamento nem adição de conservantes químicos. Por isso, tem alto valor nutricional e um baixo índice glicêmico (não ocasiona altos picos de insulina, prejudiciais à saúde). É um açúcar que pode até ser consumido por diabéticos, porém possui um preço alto em relação ao refinado por exemplo. Açúcar cristal: possui as mesmas propriedades do açúcar refinado, a diferença está nos seus grãos que são bem maiores e mais transparentes. Stévia: é um adoçante natural que tem origem de uma planta nativa da América do Sul, Stevia Rebaudiana. Auxilia a controlar os índices glicêmicos e seu sabor é mais doce que o açúcar refinado. Pode ser utilizado “in natura” ou em adoçantes industrializados. Xilitol: é um adoçante natural extraído de fibras de vegetais. Sua aparência e sabor são semelhantes ao açúcar refinado, porém é 40% menos calórico e possui um baixo índice glicêmico (o índice do açúcar refinado é em torno de 65 enquanto do xilitol é 7). Não é tão comum de ser encontrado em supermercados, é mais comum em locais de produtos naturais, e acaba tendo um preço mais caro. Outra opção que pode ser utilizada para adoçar receitas é o mel, uma substância obtida a partir do néctar das flores e altamente nutritivo (poder antioxidante e antiinflamatório), além de ter um um índice glicêmico menor que o do açúcar. Em questão de calorias, é bem semelhante ao açúcar comum, e seu sabor também pode alterar o sabor de certas receitas, mas é um boa alternativa para adoçar. Legenda: O mel é uma das alternativas de substituição do açúcar. (Foto Shutterstock) Portanto, sabendo as características das diferentes opções de açúcar e adoçantes, fica mais fácil para você escolher qual a melhor opção de utilizar na sua receita avaliando valor nutritivo, preço e sabor. No entanto, é importante não consumir em excesso, sendo interessante também buscar outras alternativas, como o mel. Sua escolha deve ser feita focando no propósito do seu produto e em quem vai consumi-lo, para que esteja sempre alinhado com as tendências do mercado. Artigo produzido por Larissa Abrahão Boing
COMO A EMBALAGEM AFETA NA VIDA ÚTIL DO ALIMENTO?

A embalagem é a envoltura que faz propaganda do seu produto, possibilita uma melhor qualidade no transporte e defende os produtos contra agentes externos. Mas será que ela só serve para isso? O que muitos não sabem, é que ela também pode aumentar a vida útil, a vida de prateleira e a durabilidade dos seus produtos, possibilitando assim que eles fiquem por mais tempo e com mais qualidade no mercado. Muitos fabricantes fazem testes de qualidade e vida útil dos seus produtos, porém, nem todos pensam que estes serão expostos ao sol, calor, umidade, entre outras condições que influenciam negativamente nesses fatores, fazendo perder competitividade no mercado. Com uma embalagem adequada, além de preservar suas características e durabilidade, é possível ocorrer um aumento dessa vida útil, aumentando assim a adesão dos clientes para com esses produtos. Pois preservando o sabor e qualidade a demanda por esse alimento irá crescer consequentemente. Mas como usar a embalagem a seu favor? Há diversos tipos de embalagens e alguns produtos precisam de embalagens específicas, nem todos os alimentos podem usar o mesmo tipo de embalagem. Veja a seguir alguns tipos diferentes e como cada uma afeta seu produto: Embalagens Escuras Este tipo de embalagem é muito utilizado em produtos sensíveis a luz (exemplo: salgadinhos, chocolates, entre outros). Elas protegem os produtos contra os efeitos dos raios solares, evitando assim a perda das características dos produtos, e a pouca durabilidade destes na prateleira.E consequentemente com a escolha adequada ,acarreta-se o aumento da vida útil. Um exemplo clássico desse tipo de embalagem é o alumínio, muito utilizado em produtos ácidos. Embalagens a Vácuo Neste tipo de embalagem, é utilizado um selador a vácuo que retira todo o ar dentro da embalagem, impedindo o desenvolvimento de microorganismos, bactérias e fungos que prejudicam e estragam o seu produto. São muito utilizadas nas embalagens de carnes, queijos, embutidos e grãos. Essa embalagem é bastante utilizada pois facilita no transporte, aumenta a vida útil em até dez vezes, conserva o produto e tem uma ótima barreira contra o odor. Embalagens Tetra Pak Geralmente utilizada nas indústrias de leites e laticínios. Ela é composta por três partes: Papel-cartão, polietileno e folha de alumínio; Estes protegem contra a umidade, os efeitos do oxigênio e da luz, mantendo todas as características presentes nos produtos. .Embalagens de vidro As embalagens de vidro tem uma grande durabilidade e resistência, além de acrescentar um elevado valor estético ao produto por ela utilizado. Pelo fato do vidro ser uma material inerte, ele se torna ideal para armazenar qualquer tipo de substância, é principalmente utilizado em conservas e bebidas alcoólicas, entre outros. A escolha inadequada das embalagens afetam diretamente na conservação dos produtos, fazendo com que eles tenham sua vida útil reduzida. Se você está cansado desses problemas, ou se você quer aumentar a qualidade e durabilidade do seu produto. Para descobrir qual a embalagem ideal para o seu produto, clique aqui!